Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Uma equipe obediente taticamente pode ser tão decisiva quanto aquela recheada de craques

O que faz um time que beira o comum atingir seus objetivos, que nos últimos treze anos só tem conseguido comemorar títulos sem expressão ou renascimentos enaltecidos como uma conquista incontestável. O Vila Nova está longe de ser considerado um falso vencedor, mesmo não praticando um futebol de encher os olhos, em alguns momentos chega a ser horroroso de tão comum, mas de uma tema nenhum analista do futebol goiano consegue fugir. A dedicação e a competência do técnico Hemerson Maria. 
O Colorado não comemora a 13 anos um único título no certame regional, período em que também frequentou a divisão inferior, muito por culpa de gestores incompetentes, mas a sua torcida nem liga para o que consideram apenas detalhes nas árduas batalhas testam o emocional de cada fã do Tigrão, seja numa derrota acachapante, seja numa vitória simples que lava a alma do torcedor.
O time é comum, mas aplicado, liderado por um treinador dedicado e trabalhador que levanta a equipe naqueles momentos em que tudo parece muito complicado.
A crônica goiana procura lustrar com esmero uma rivalidade que nos últimos anos parece ter sido reinventada, mesmo o Goiás ainda desfrutar da condição de favorito do campeonato goiano, é inegável que este ano o Esmeraldino tem uma sombra que pode colocar água no chopp do seu segundo Tetracampeonato de sua história.
O Vila Nova de hoje sonha e trabalha por dias melhores, que podem ser coroados com uma conquista de expressão que pode ser a taça do Goianão ou o tão almejado acesso.
O Goiás é um time vencedor de fato, como o Vila Nova também já foi, nos anos 70 até meados de 80. Nas últimas décadas a disparidade entre ambos passou a ser gritante, mas nada que tirasse o entusiasmo dos Colorados, entusiamo esse que parece só aumentar a cada passo dado rumo a uma hipotética decisão.
Um time vencedor não apenas ganha títulos com absoluta autoridade, como tem feito o Goiás, ou perde títulos de forma inexplicável, como o Vila Nova perdeu no ano passado, porque o futebol, esporte dos esportes, nem sempre justo ou é embalado somente pelo entusiasmo. O futebol é uma caixinha de surpresas, e em tempos de escassez de talentos individuais um time vencedor pode ser moldado pela unidade, equilíbrio e harmonia singular do seu conjunto, a obediência tática pode ser tão decisiva quanto aquele driblador que desestrutura as defesas.

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