Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Suspeito de chacina confessa que receberia R$ 50 mil @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @qb_7 @Cnn_br

Um jovem de 23 anos, suspeito de envolvimento na chacina de Doverlândia (GO), confessou em depoimento ter sido contratado por R$ 50 mil para cometer o crime, segundo a delegada-geral da Polícia Civil de Goiás, Adriana Accorsi. A intenção seria assassinar o dono de uma fazenda próxima à rodovia GO-221, mas outras seis pessoas acabaram degoladas por terem visitado o local durante a ação dos criminosos. O jovem foi preso com um revólver, a espingarda do fazendeiro e roupas sujas de sangue. As informações são da TV Anhanguera.
O suposto contratante, residente em Minas Gerais, já foi preso e nega as acusações. Outro homem foi detido em Minas e também levado para a Delegacia de Homicídios de Goiânia. Eles seriam, segundo a polícia, sobrinho e sogro do filho do fazendeiro. Entre os mortos estavam um filho do dono da fazenda, um funcionário e amigos que visitaram o local. O corpo de uma jovem de 24 anos foi encontrado sem roupas, o que leva a polícia a levantar suspeita de estupro seguido de morte.

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