O ator e humorista Batoré morre em São Paulo

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer. Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. "As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido", diz nota da Prefeitura. Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa " A Praça é Nossa ", do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico" em que fez o papel do delegado Queiroz. Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP. Fonte: Batoré, ator e humorista, morre em SP | São Paulo | G1

Reinaldo

Voto em reforma da Previdência pode "custar até R$ 10 milhões por deputado

Aprovar a reforma da Previdência pode custar mais caro do que o governo imaginou. Para apoiar a posposta enviada por Jair Bolsonaro ao governo, deputados devem pressionar o governo em busca de cargos e cotas.

Nomeações
Ao contrário do que prometeu, o governo federal deve acabar cedendo ao “toma lá, dá cá” e à pressão para nomear deputados de siglas do chamado centrão. No início de seu mandato, Bolsonaro ignorou, em grande parte, os partidos maiores, entregando ministérios a pequenos como o DEM.

‘Cota de gasto’
De acordo com o jornal O Globo, deputados do centrão já estariam pensando em uma espécie de “cota de gastos” para garantir que a reforma seja aprovada. Em conversa com a publicação, o presente de um partido médio que preferiu não se manifestar indicou que a estimativa é de que cada deputado tenha direito a indicar R$ 7,5 milhões em repasses e obras. Deputados reeleitos teriam direito a R$ 10 milhões.

Texto não deveria tramitar
A ausência dos militares no projeto enviado descontentou deputados, o que significa que a aprovação pode sair cara. “Sem uma reforma que alcance também os militares, o texto apresentado não deveria sequer tramitar”, declarou o senador Ciro Nogueira, presidente do PP, maior partido do centrão.

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