Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

STF manda soltar bicheiros no Rio @Reinaldo_Cruz @QB_7 @dribles_ @Assuntosdegoias @QB_7 @Aparecida_

O STF (Supremo Tribunal Federal) mandou soltar Aílton Guimarães Jorge, conhecido como Capitão Guimarães; Aniz Abrahão David, conhecido como Anísio da Beija-Flor; e Antônio Petrus Kalil, o Turcão. Eles são apontados como chefes de uma organização criminosa de exploração de jogos ilegais no Rio.
O habeas corpus foi concedido pelo ministro Marco Aurélio, que apontou que o decreto de prisão não estava devidamente fundamentado. Também foram beneficiados pela decisão Júlio Guimarães, que seria responsável pela administração de escritórios da quadrilha, e outros 16 condenados.
Os beneficiados pela ordem de soltura foram condenados por envolvimento com a máfia do jogo no Rio e foram presos em 13 de março. Durante o processo, todos os condenados negaram as acusações.
Ailton Guimarães Jorge, Antonio Petrus Kalil e Aniz Abraão David foram condenados a 48 anos de reclusão. Júlio César Sobreira, sobrinho do Capitão Guimarães, foi condenado a 18 anos. Os demais envolvidos no esquema foram condenados a penas que variam de 40 a 2 anos de reclusão.

Fonte: Folha de S. Paulo

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