Após MP-GO recomendar que Estado e Município não recebam a Copa América, Caiado pode desmoralizar o COE e o próprio Secretário da Saúde

A matéria abaixo foi publicada pelo jornal O Popular mostra que o único estado da federação que tem um médico como governador desmerece as decisões técnicas de um comitê montado para emitir pareceres em casos como este e, pior do que isso, desrespeita o próprio secretário de saúde que também poderia opinar tecnicamente sobre o assunto. A política e a politicagem falaram mais alto no Palácio das Esmeraldas, a vontade do governo de Goiás em "fazer média" com o negacionismo do governo federal salta aos olhos daqueles que tem um mínimo de bom senso.  Matéria do Jornalista Alexandre Ferrari em O Popular: Documento assinado por promotores com atuação na área da saúde cita a alta taxa de ocupação dos leitos de UTI e enfermaria de hospitais destinados para tratamento contra a Covid-19 O Ministério Público de Goiás (MP-GO) enviou uma carta ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), com a recomendação de que o Estado não seja sede da Copa América 2021 . O documento também foi encami

Reinaldo

Uma história sinistra envolvendo o craque Neymar: jogador é acusado na Justiça de planejar assalto armado, diz site

O suplente de deputado estadual e ativista LGTBI+ Agripino Magalhães ingressou com um processo no Tribunal de Justiça de São Paulo acusando o jogador de futebol Neymar de plenajar um assalto armado contra ele, após iniciar uma série de denúnicas contra o craque por supostas práticas de homofobia. Magalhães também acusa na ação o advogado de Neymar, Davi de Paiva Costa Tangerina, por ameaças de morte. Por meio do advogado Ângelo Carboni, Agripino pede a condenação de Neymar e uma reparação por danos morais de R$ 1 milhão.
Agripino Magalhães alega logo no início do processo que “tem que se esconder por medo das ameaças de morte” que estariam partindo de Neymar e seu advogado. O rapaz diz no proceso, inclusive, que “já foi assaltado a mando deles”, ocasisão em que “tiraram o seu celular com todas as conversas entre ele e o corréu que o ameaçava de morte”. Magalhães diz à Justiça na peça inicial que teme agora pela sua vida, e que vive mudando de endereço com medo de que a ameaça torne-se realidade. O ativista alega também que atualmente não pode ter um emprego fixo com medo de ser encontrado.

A defesa de Agripino Magalhães explica ao juiz no processo que o ativista representa uma entidade de associação LGBTI+ e que requereu junto ao Ministério Público de São Paulo, em nome da Associação, um pedido de apuração e abertura de inquérito em face de Neymar, pelo episódeo envolvendo supostos diálogos homofóbicos do craque com amigos envolvendo o modelo Tiago Ramos, ex-namorado de Nadine Gonçalves, mãe do jogador. Sobre o episódio, Magalhães narra que Neymar passou a vociferar contra Tiago sinalizando que os gays deveriam ser mortos e empalados vivos.

De acordo com o advogado de Agripino, o pedido de apuração foi remetido diretamente ao MP e caiu nas mãos da promotora Cristiana Tobias de Aguiar. Mas, segundo Carbone,a promotora seria amiga íntima da família do advogado do jogador, Davi de Paiva Costa Tangerino. O processo acusa a promotora de excluir Neymar rapidamente das acusações de crime de ódio e crime de homofobia. Recentemente, a Justiça afastou a promotora do caso e determinou que as investigações fossem retomadas. Ainda de acordo com o processo, a promotora mantinha laços de amizade familiares com o advogado de Neymar, a ponto dessa amizade perdurar por uma vida inteira.

Segundo documentos arrolados nos autos, a promotora teria saído cedo da cidade de Tupã, local de origem do advogado, entretando teriam continuado amigos a ponto do tio do advogado de Neymar noticiar essa amizade e a estreita relação entre as famílias. O processo acusa a promotora de deixar de juntar documentos ao inquérito, que não teriam sido despachados e nem remetidos ao judiciário. A defesa de Agripino também alega que as ameaças escritas e veladas passaram a ser pontuais, e que o autor dessas ameaças teria falado que ou “Agripino aceitaria R$ 350 mil ou seria morto”. A peça narra à Justiça que, diante nas negativas do ativista, o autor das ameaças – que seria o segundo réu (advogado de Neymar) – buscou roubar o celular de Agripino, que acabou sendo assaltado. 

Segundo consta no documento, o aparelho celular foi retirado durante o assalto e Magalhães “só não foi morto porque a arma não disparou”. Ainda de acordo com a defesa do ativista, teria sido constatado que o autor dessas ameaças seria o próprio advogado do craque, razão pela qual foi notificado no inquérito penal. O advogado de Agripino denuncia que o inquérito não tramitava nas mãos da antiga promotora. Carbone narra que apesar do procedimento ser digital, somente a folha da capa foi colocada no sistema sem as peças informativas do inquérito. Além disso, o processo conta que o inquérito foi retardado enquanto o advogado de Neymar estaria deixando Agripino desesperado.

Agripino conta que diante das ameaças de morte recebidas e do medo de morrer vem enfrentando a situação “sem renda, sem teto, tendo que fugir de um canto para o outro para não ser fuzilado”, e que está escondido até hoje. O ativista alega que todo esse transtorno ocorreu a partir do momento em que ousou enfrentar Neymar e que o craque teria “determinado aos parças e ao seu advogado para dar um jeito”. A defesa do ativista comparou o caso no processo com o crime envolvendo o goleiro Bruno.

Ativista pede R$ 1 milhão de indenização de Neymar e advogado

Agripino Magalhães também diz nos autos processuais que trabalhava ganhando em média R$ 3.500, e que teve que largar o emprego quando começaram as ameaças em junho de 2020. Ele contou à Justiça que já teve custos de R$ 42 mil fugindo das ameaças e por isso pediu para que os valores sejam apurados em liquidação de sentença. O ativista também relata humilhações por estar se escondendo e ter que andar com outras pessoas, e que tem medo de ser “fuzilado” em qualquer esquina.

Por esses prejuízos Agripino Magalhães cobra da Justiça uma idenização de Neymar e do seu advogado no valor de R$ 1 milhão por danos morais acrescidos de R$ 42 mil por danos materiais, além do pagamento de R$ 5 mil por mês durante o processo até cessarem as ameaças. O jovem destaca que o assalto ao seu celular se assemelharia a forma como o tablet da modelo Najila Trindade foi furtado e desapareceu com as únicas provas que ela teria contra Neymar naquele fatídico episódeo envolvendo sua estada com o craque em Paris.

Neymar é acusado na Justiça de planejar assalto armado: "assaltado a mando deles"

Comentários

Questão