Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

Em três áreas, o que o Brasil pode perder com 'apagão de dados' de covid-19

Depois de passar 4 dias sem publicar integralmente informações sobre o coronavírus no Brasil, o governo retomou a divulgação, mas a confusão pode ainda trazer prejuízos para o país internacionalmente. De acordo com os especialistas ouvidos pela correspondente da BBC News Brasil em Washington, Mariana Sanches, a falta de transparência acaba por erodir a credibilidade do Brasil em relação aos outros países e pode afetar a maneira como brasileiros são tratados. 
Covid-19: qual será o futuro da economia diante da pandemia?
Há ao menos 3 pontos em que o problema é evidente: viagens de brasileiros ao exterior, atração de investimentos de estrangeiros ao Brasil e a candidatura do país ao grupo de países desenvolvidos OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).


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