Fãs confundem Bruna Marquezine com Juliette nas redes sociais

Numa semana em que Juliette esteve na companhia de Neymar Júnior em Mangaratiba, os fãs de Brumar mostram que ainda não superaram a separação, eles enxergam a Bruna em tudo relacionado ao camisa 10 da Seleção Brasileira e astro do Paris Saint Germain. A atriz  Bruna Marquezine compartilhou com seus seguidores um vídeo de bastidores de uma gravação de uma campanha ressaltando sua beleza.  Porém, o look e a maquiagem usada pela atriz acabou fazendo os fãs a confundirem com Juliette Freire - campeã do "BBB 21". Em postagem no Instagram, destacando ser um TBT, a artista veste um sobretudo preto e está com os cabelos amarrados em rabo alto. O registro de Marquezine fez seus seguidores se confundirem por ser um look parecido com o usado por Juliette na live de Wesley Safadão.   Bruna Marquezine posa para campanha e fãs confundem com Juliette

Reinaldo

Depois de esculhambar servidores públicos, Paulo Guedes pede desculpas aos "parasitas"

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu desculpas, nesta segunda-feira, pela declaração em que compara servidores públicos a parasitas. Ele reafirmou que sua fala foi tirada de contexto e que se referia a estados e municípios em casos extremos, quando toda a receita vai para salários, e não para saúde, educação e segurança.
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“Eu me expressei muito mal, e peço desculpas não só a meus queridos familiares e amigos, mas a todos os exemplares funcionários públicos a quem descuidadamente eu possa ter ofendido. Eu não falava de pessoas e sim do risco de termos um estado parasitário, aparelhado politicamente, financeiramente inviável”, escreveu o ministro, em mensagem encaminhada a jornalistas.

“O erro é sistêmico e não é culpa das pessoas que cumprem os seus deveres profissionais como é o caso da enorme maioria dos servidores público”, acrescentou Guedes.

A polêmica acontece em momento em que o governo finaliza projeto de reforma administrativa em que irá propor mudanças nas regras de reajustes salariais e de promoções para novos servidores.

“Se o Estado existe para si próprio então é como um parasita (o Estado perdulário) maior que o hospedeiro (a sociedade). Eu não falava de pessoas, falava dos casos extremos em que municípios e Estados gastam todas as receitas com salários elevados de modo que nada sobrava para educação, segurança, saúde e saneamento”, prosseguiu o ministro.

A declaração de Guedes, na última sexta-feira, foi dada durante uma palestra em que comentava a importância da reforma administrativa.

— O funcionalismo teve aumento 50% acima da inflação. Além disso, tem estabilidade na carreira e aposentadoria generosa. O hospedeiro está morrendo, o cara (servidor) virou um parasita. O dinheiro não chega no povo e ele (servidor) quer reajuste automático — disse Guedes durante o evento.

Em nota, no mesmo dia, após receber as inúmeras críticas de funcionários públicos, sindicatos e associações que representam a categoria. O ministro afirmou que sua fala fora retirada de contexto.

Em comunicado à imprensa distribuído pelo ministério, Guedes disse que "lamenta profundamente" o que considerou um desvio de foco do debate sobre a transformação do Estado.

Nesta segunda, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o uso de "termos pejorativos" acirra os "enfrentamentos" necessários para a aprovação da reforma administrativa. Sem se referir diretamente à fala de Guedes, Maia afirmou que os servidores devem ser tratados "com respeito".

Teremos enfrentamentos na reforma administrativa e na reforma tributária. Todos os servidores públicos têm que ser tratados com muito respeito, e o enfrentamento feito com termos pejorativos gera conflitos que atrapalham o nosso debate. Mas a sociedade não aceita mais concentrar riqueza na mão de poucos e não ser atendida pelo Estado — disse Maia.
Guedes pede desculpas após chamar servidores de parasitas

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