O Face, o TSE e o fim de Bolsonaro?

Se é uma decisão do Congresso tirar o presidente da República é o respaldo popular que garante que haverá ou não pressão junto aos parlamentares para que isso seja enfim colocado em apreciação. A palavra final é de Rodrigo Maia que não parece seguro em dar andamento em nenhum dos quase 40 pedidos apresentados. Por outro lado, o que fez o Facebook vai de encontro ao que o STF já tinha feito, desmontar uma suposta rede de fakenews criada a partir de um gabinete do ódio liderado pelos filhos do Presidente. Deste ângulo não há dúvidas que enfraquece ainda mais o já frágil discurso bolsonarista. A direita no Brasil tanto fez para tirar a esquerda do poder e tomar conta de tudo que diz respeito a nação, o viés patriota e combate a corrupção serviram de chamariz para abocanhar o quinhão de poder, mas a impressão ou a percepção dos brasileiros é que a eleição de Jair Bolsonaro foi um ponto fora da curva, tanto Jair quanto o seu entorno usam de práticas tão nocivas ao estado democrático de direi…

O Brasileirão em qualquer série prima pelo equilíbrio entre as equipes e os goianos estão vacilando muito

Um tropeço aqui, outro acolá e quase sempre ouvimos 'ainda faltam muitos jogos'. A cada rodada que passa é uma partida a menos para contabilizar os pontos necessários para atingir os objetivos traçados no final da competição.
O Atlético faz a melhor campanha entre os times do estado, é frequentador assíduo do G4 e tem sido apontado como um dos possíveis candidatos ao acesso, mas a boa campanha no primeiro turno da série B não esconde os tropeços do Dragão jogando em seus domínios. Ao final das 38 rodadas, os pontos perdidos dentro do estádio Antônio Acioly poderão fazer falta para o rubronegro ascender mais uma vez de divisão.
Em relação ao Vila Nova o desaforo de perder oportunidades de somar os três pontos tem se tornado algo rotineiro, o Colorado não consegue emplacar uma sequência de vitórias e a cada rodada que passa, o torcedor vê a zona de rebaixamento cada vez mais próxima. Sem apresentar um bom futebol e conhecendo os dissabores de derrotas ou empates a queda de divisão pode ser inevitável no final da competição.
O Goiás não escondeu de ninguém qual era o seu objetivo na Série A de 2019, até permitiu que o torcedor sonhasse com um algo mais pelo início que foi considerado surpreendente. Depois da parada para Copa América o time parece ter sofrido um apagão e o que era visto como uma boa campanha passou a ser entendida como sofrida e chegar aos 45 pontos já não parece ser uma tarefa fácil para um clube recém egresso da Série B e que não almeja voltar pra lá em tão pouco tempo. O Esmeraldino que vinha numa vibe muito promissora, der repente estacionou, tomou as maiores goleadas do certame e viu a posição confortável se tornar ameaçada pelo temido Z4.
Perto de encerrar o primeiro turno fora da confusão, o clube projeta ao menos repetir os números alcançados na segunda metade da competição, o que certamente não será garantia de permanência na elite, a queda de rendimento terá que ser superada para que o clube siga entre os 20 melhores do Brasil.

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