Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Delação de Léo Pinheiro só passou a valer na Lava Jato depois de incriminar Lula, mostram mensagens

Da Folha




O empreiteiro que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso que o levou à prisão foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações.
Enviadas por uma fonte anônima ao The Intercept Brasil e analisadas pela Folha e pelo site, as mensagens indicam que Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, só passou a ser considerado merecedor de crédito após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP) que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista.

“Sobre o Lula eles não queriam trazer nem o apt. Guaruja”, escreveu o promotor Sérgio Bruno Cabral Fernandes a outros integrantes da equipe que negociou com os advogados da OAS em agosto de 2016, numa discussão sobre a delação no aplicativo Telegram. “Diziam que não tinha crime.”

Léo Pinheiro só apresentou a versão que incriminou Lula em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato, quando foi interrogado pelo então juiz Sergio Moro no processo do tríplex e disse que a reforma do apartamento era parte dos acertos que fizera com o PT para garantir contratos da OAS com a Petrobras. (…)

Em abril, após analisar relatos anexados à primeira proposta entregue pelos advogados da OAS, outro integrante da força-tarefa de Curitiba, Januário Paludo, disse aos colegas que achava o esforço inútil.

“Tem que prender Leo Pinheiro. Eles falam pouco”, escreveu. “Me parece que não está valendo a pena.” (…)

Em seu depoimento, em 24 de abril, o empreiteiro afirmou que tinha uma conta informal para administrar acertos com o PT, introduzindo pela primeira vez o tema em sua versão. Além disso, acusou Lula de orientá-lo a destruir provas de sua relação com o partido após o início da Lava Jato.

O depoimento foi decisivo para o desfecho do caso do tríplex, porque permitiu a Moro conectar o apartamento à corrupção na Petrobras, justificando assim a condenação do ex-presidente Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. (…)

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