Fãs confundem Bruna Marquezine com Juliette nas redes sociais

Numa semana em que Juliette esteve na companhia de Neymar Júnior em Mangaratiba, os fãs de Brumar mostram que ainda não superaram a separação, eles enxergam a Bruna em tudo relacionado ao camisa 10 da Seleção Brasileira e astro do Paris Saint Germain. A atriz  Bruna Marquezine compartilhou com seus seguidores um vídeo de bastidores de uma gravação de uma campanha ressaltando sua beleza.  Porém, o look e a maquiagem usada pela atriz acabou fazendo os fãs a confundirem com Juliette Freire - campeã do "BBB 21". Em postagem no Instagram, destacando ser um TBT, a artista veste um sobretudo preto e está com os cabelos amarrados em rabo alto. O registro de Marquezine fez seus seguidores se confundirem por ser um look parecido com o usado por Juliette na live de Wesley Safadão.   Bruna Marquezine posa para campanha e fãs confundem com Juliette

Reinaldo

Delação de Léo Pinheiro só passou a valer na Lava Jato depois de incriminar Lula, mostram mensagens

Da Folha




O empreiteiro que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso que o levou à prisão foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações.
Enviadas por uma fonte anônima ao The Intercept Brasil e analisadas pela Folha e pelo site, as mensagens indicam que Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, só passou a ser considerado merecedor de crédito após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP) que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista.

“Sobre o Lula eles não queriam trazer nem o apt. Guaruja”, escreveu o promotor Sérgio Bruno Cabral Fernandes a outros integrantes da equipe que negociou com os advogados da OAS em agosto de 2016, numa discussão sobre a delação no aplicativo Telegram. “Diziam que não tinha crime.”

Léo Pinheiro só apresentou a versão que incriminou Lula em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato, quando foi interrogado pelo então juiz Sergio Moro no processo do tríplex e disse que a reforma do apartamento era parte dos acertos que fizera com o PT para garantir contratos da OAS com a Petrobras. (…)

Em abril, após analisar relatos anexados à primeira proposta entregue pelos advogados da OAS, outro integrante da força-tarefa de Curitiba, Januário Paludo, disse aos colegas que achava o esforço inútil.

“Tem que prender Leo Pinheiro. Eles falam pouco”, escreveu. “Me parece que não está valendo a pena.” (…)

Em seu depoimento, em 24 de abril, o empreiteiro afirmou que tinha uma conta informal para administrar acertos com o PT, introduzindo pela primeira vez o tema em sua versão. Além disso, acusou Lula de orientá-lo a destruir provas de sua relação com o partido após o início da Lava Jato.

O depoimento foi decisivo para o desfecho do caso do tríplex, porque permitiu a Moro conectar o apartamento à corrupção na Petrobras, justificando assim a condenação do ex-presidente Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. (…)

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