Fãs confundem Bruna Marquezine com Juliette nas redes sociais

Numa semana em que Juliette esteve na companhia de Neymar Júnior em Mangaratiba, os fãs de Brumar mostram que ainda não superaram a separação, eles enxergam a Bruna em tudo relacionado ao camisa 10 da Seleção Brasileira e astro do Paris Saint Germain. A atriz  Bruna Marquezine compartilhou com seus seguidores um vídeo de bastidores de uma gravação de uma campanha ressaltando sua beleza.  Porém, o look e a maquiagem usada pela atriz acabou fazendo os fãs a confundirem com Juliette Freire - campeã do "BBB 21". Em postagem no Instagram, destacando ser um TBT, a artista veste um sobretudo preto e está com os cabelos amarrados em rabo alto. O registro de Marquezine fez seus seguidores se confundirem por ser um look parecido com o usado por Juliette na live de Wesley Safadão.   Bruna Marquezine posa para campanha e fãs confundem com Juliette

Reinaldo

Atmosfera em torno de Bolsonaro assemelha-se à que envolveu Jânio Quadros

A atmosfera política que está se cristalizando em torno do Presidente Jair Bolsonaro possui forte semelhanças àquela que marcou o desfecho da curta passagem de Jânio Quadros na presidência da República em 1961.  As duas situações acentuaram a existência da ingovernabilidade e a dificuldade entre o Congresso Nacional e o poder do país. 
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Excelente, sobre este aspecto, o editorial de ontem de O Estado de São Paulo, redigido a partir de um texto divulgado por Bolsonaro que cita o “país ingovernável”. O texto foi distribuído às redes sociais por Paulo Portinho, técnico da Comissão de Valores Mobiliários. E também por Maria Lúcia Fernandino, colaboradora da Tribuna da Internet, que publicou na quinta-feira, dia 16.  No vértice do triângulo, Jair Bolsonaro concordou com a matéria que foi postada. Para o Estado de São Paulo, soou como uma ameaça. 

IMPASSE – Se o chefe do Executivo considera impossível governar o país respeitando-se as instituições democráticas, uma sombra desce e envolve Brasília. Bolsonaro acrescentou que o texto que ele ajudou a divulgar pelo WhatsApp constitui leitura obrigatória para quem se preocupa em explicar os fatos. Em seguida, condenou a articulação com os integrantes do Poder Legislativo. Além disso citou ser inevitável a ocorrência de uma ruptura.

Nesse ponto, o artigo do Estadão destaca pronunciamento do presidente nas urnas de 2018, quando defendeu a ditadura político militar que começou em 1964 e terminou em 1985. Para Bolsonaro não houve ditadura.

TOM DE AMEAÇA – As palavras que iluminam a verbalização de Bolsonaro trazem à superfície, sem dúvida, um tom direto de ameaça, daí a ansiedade que desperta no mundo político. Isso de um lado. De outro, analisando-se serenamente a crise de hoje, encontram-se semelhanças com os últimos dias de Jânio Quadros, que renunciou a 25 de agosto de 1961.

Jânio esperava uma mobilização maciça das ruas exigindo sua permanência no poder. Mas a história foi outra, não houve manifestação alguma e ele partiu para o exterior envolto provavelmente numa sensação de tédio. Ficou sozinho dentro de sua própria atitude.

GRAVE CRISE – O impulso que moveu Bolsonaro para viralizar o texto nas redes sociais foi publicado com destaque nas edições de ontem de O Globo, Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo.

Como se constata um albatroz da tempestade sobrevoou Brasília, antecedendo as ondas que se formam em torno do poder e das instituições democráticas. Agora é tarde para recuar. Criou-se uma grave crise que, a meu ver, só poderá terminar com a ruptura do processo que começou a se agravar. Vamos esperar que o desfecho seja o melhor para o país. Não creio que a ala militar do Palácio do Planalto se disponha a apoiar uma ruptura dramática.

OUTRO ASSUNTO – A reportagem de Nicola Pamplona, Folha de São Paulo, ilumina o ponto essencial relativo aos salários dos celetistas e o dos funcionários públicos. O salário médio dos celetistas é de 1.960 reais. O salário médio dos funcionários federais é de 3,7 mil reais. Portanto não são os salários os responsáveis pelo déficit das contas do Tesouro Nacional.
Pedro do Coutto


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