Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Atmosfera em torno de Bolsonaro assemelha-se à que envolveu Jânio Quadros

A atmosfera política que está se cristalizando em torno do Presidente Jair Bolsonaro possui forte semelhanças àquela que marcou o desfecho da curta passagem de Jânio Quadros na presidência da República em 1961.  As duas situações acentuaram a existência da ingovernabilidade e a dificuldade entre o Congresso Nacional e o poder do país. 
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Excelente, sobre este aspecto, o editorial de ontem de O Estado de São Paulo, redigido a partir de um texto divulgado por Bolsonaro que cita o “país ingovernável”. O texto foi distribuído às redes sociais por Paulo Portinho, técnico da Comissão de Valores Mobiliários. E também por Maria Lúcia Fernandino, colaboradora da Tribuna da Internet, que publicou na quinta-feira, dia 16.  No vértice do triângulo, Jair Bolsonaro concordou com a matéria que foi postada. Para o Estado de São Paulo, soou como uma ameaça. 

IMPASSE – Se o chefe do Executivo considera impossível governar o país respeitando-se as instituições democráticas, uma sombra desce e envolve Brasília. Bolsonaro acrescentou que o texto que ele ajudou a divulgar pelo WhatsApp constitui leitura obrigatória para quem se preocupa em explicar os fatos. Em seguida, condenou a articulação com os integrantes do Poder Legislativo. Além disso citou ser inevitável a ocorrência de uma ruptura.

Nesse ponto, o artigo do Estadão destaca pronunciamento do presidente nas urnas de 2018, quando defendeu a ditadura político militar que começou em 1964 e terminou em 1985. Para Bolsonaro não houve ditadura.

TOM DE AMEAÇA – As palavras que iluminam a verbalização de Bolsonaro trazem à superfície, sem dúvida, um tom direto de ameaça, daí a ansiedade que desperta no mundo político. Isso de um lado. De outro, analisando-se serenamente a crise de hoje, encontram-se semelhanças com os últimos dias de Jânio Quadros, que renunciou a 25 de agosto de 1961.

Jânio esperava uma mobilização maciça das ruas exigindo sua permanência no poder. Mas a história foi outra, não houve manifestação alguma e ele partiu para o exterior envolto provavelmente numa sensação de tédio. Ficou sozinho dentro de sua própria atitude.

GRAVE CRISE – O impulso que moveu Bolsonaro para viralizar o texto nas redes sociais foi publicado com destaque nas edições de ontem de O Globo, Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo.

Como se constata um albatroz da tempestade sobrevoou Brasília, antecedendo as ondas que se formam em torno do poder e das instituições democráticas. Agora é tarde para recuar. Criou-se uma grave crise que, a meu ver, só poderá terminar com a ruptura do processo que começou a se agravar. Vamos esperar que o desfecho seja o melhor para o país. Não creio que a ala militar do Palácio do Planalto se disponha a apoiar uma ruptura dramática.

OUTRO ASSUNTO – A reportagem de Nicola Pamplona, Folha de São Paulo, ilumina o ponto essencial relativo aos salários dos celetistas e o dos funcionários públicos. O salário médio dos celetistas é de 1.960 reais. O salário médio dos funcionários federais é de 3,7 mil reais. Portanto não são os salários os responsáveis pelo déficit das contas do Tesouro Nacional.
Pedro do Coutto


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