Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Se for por falta de "ADEUS"... Paulo Guedes faz “gênero”, ameaçando renunciar se a PEC da Previdência for modificada

O ministro da Economia, Paulo Guedes, conseguiu seu intento de deixar atônitos os convidados à cerimônia de posse do novo presidente do Banco Central, ao aventar a possibilidade de renunciar ao cargo, se a PEC da Previdência for amenizada. E alegou que o atual sistema previdenciário faliu antes mesmo de da população envelhecer. Muitos dos participantes ficaram em dúvida se a ameaça de deixar o cargo foi para valer ou seria apenas um recado para a classe política.
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Como se sabe, o governo encaminhou ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê uma economia de R$ 1,1 trilhão aos cofres públicos em 10 anos. Alguns economistas acreditam que mudanças no Congresso devem amenizar bastante os efeitos, possibilitando ganhos de apenas R$ 500 bilhões no período.

AMEAÇA – Paulo Guedes ressaltou que, se houver alterações, não será possível implementar a alteração de regimes, de repartição para o de capitalização. Segundo o ministro, o sistema atual está falido e não possibilita a sustentabilidade das contas públicas para as gerações futuras, comparando ao cenário a um avião que vai sem combustível atravessar o oceano. Enquanto a geração atual pula de paraquedas, as futuras gerações ficam na aeronave e vão para o “inferno”.

“Estamos num sistema (previdenciário) de repartição que quebrou. Faliu antes de a população envelhecer. Vocês querem trazer seus filhos para isso?”, afirmou.

Sobre a economia a ser feita, alegou: “Se der acima de R$ 1 trilhão, eu digo que estamos numa geração de pessoas responsáveis e têm a coragem de assumir o compromisso de

libertar filhos e netos de uma maldição previdenciária. Se botarem menos, eu vou dizer assim: Eu vou sair daqui rápido, porque esse pessoal não é confiável. Não ajudam nem os filhos; então, o que será que vão fazer comigo?”, salientou.

FALAVA SÉRIO – Falando de improviso durante 40 minutos, mais do que o dobro do tempo do empossado, Guedes foi alvo do comentário de um economista: “Como ele fez várias brincadeiras durante o discurso, não ficou claro se ele estava falando sério ou não”.

O ministro enfatizou que a proposta do pacto federativo também é importante, admitindo que o envio pode ficar para outro momento, se houver a sensação de que está atrapalhando a Reforma da Previdência, e afirmou que o projeto faz parte de um plano abrangente para recuperar as contas públicas de Estados e Municípios que estão falidos. O projeto desvincular as despesas obrigatórias, desobrigando os governantes de gastar cotas fixas em áreas como Saúde e Educação.

Um jornalista veterano, presente à cerimônia, não acreditou nem um pouco na ameaça de Paulo Guedes deixar o governo, mas disse que os que acreditam deveriam visitar um cemitério para constatar “in loco” que ali jazem milhares de homens e mulheres insubstituíveis…

José Carlos Werneck

TRIBUNA DA INTERNET | Guedes faz “gênero”, ameaçando renunciar se a PEC da Previdência for modificada


O presidente Jair Bolsonaro tem passado muito tempo criando e alimentando intrigas nas redes sociais. Enquanto isso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, prepara uma revolução na Constituição. E não estamos falando só da reforma da Previdência, mas também do que Guedes chama de “PEC do Pacto Federativo”. 
Essa emenda pretende mudar a forma como o governo federal divide seus recursos com estados e municípios. E ainda transformar a forma como é feito o orçamento da União. 
Acompanhe a análise no Café da República desta segunda-feira (11).

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