Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Governo Ronaldo Caiado entrega carta pedindo que STF autorize cortes nos salários de servidores

A secretária da Fazenda de Goiás, Cristiane Schmidt, e de mais oito estados enviaram carta ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli pedindo que a Casa restabeleça a medida que prevê a possibilidade de redução da jornada de trabalho dos servidores públicos e o corte dos vecimentos em caso de frustração de receitas. A informação é do jornal Folha de São Paulo.








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A carta foi enviada por secretários de Goiás, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul. O grupo pede ainda ao ministro que retome a medida em caso de cenário de perda de receitas, que permite que o Executivo ajuste os limites financeiros dos demais Poderes e o Ministério Público nos casos em que os mesmos não o façam.









O documento foi entregue na última segunda-feira (4) pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) junto com a secretária da Fazenda Cristiane Schmidt ao ministro que preside o Supremo, e é assinada por ela e por outros oito secretários estaduais. 









Os dispositivos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estão suspensos por medida cautelar, mas o assunto deve voltar a ser discutivo no Supremo no dia 27de feveiro, quando o STF deverá julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2238.

Os Estados vêem na medida de corte de salários e redução de carga horário, embora impopular, uma forma de reajustar as contas. No documento, os secretários afirmam que as medidas hoje suspensas "trazem importantes instrumentos de ajuste fiscal para os estados", e que "se trata de um importante marco no controle dos gastos públicos".









A produção da Sagres entrou em contato com a Secretaria da Fazenda de Goiás, e aguarda um posicionamento sobre o documento.

Governo Ronaldo Caiado entrega carta pedindo que STF autorize cortes nos salários de servidores

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