Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Governo Ronaldo Caiado entrega carta pedindo que STF autorize cortes nos salários de servidores

A secretária da Fazenda de Goiás, Cristiane Schmidt, e de mais oito estados enviaram carta ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli pedindo que a Casa restabeleça a medida que prevê a possibilidade de redução da jornada de trabalho dos servidores públicos e o corte dos vecimentos em caso de frustração de receitas. A informação é do jornal Folha de São Paulo.








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A carta foi enviada por secretários de Goiás, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul. O grupo pede ainda ao ministro que retome a medida em caso de cenário de perda de receitas, que permite que o Executivo ajuste os limites financeiros dos demais Poderes e o Ministério Público nos casos em que os mesmos não o façam.









O documento foi entregue na última segunda-feira (4) pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) junto com a secretária da Fazenda Cristiane Schmidt ao ministro que preside o Supremo, e é assinada por ela e por outros oito secretários estaduais. 









Os dispositivos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estão suspensos por medida cautelar, mas o assunto deve voltar a ser discutivo no Supremo no dia 27de feveiro, quando o STF deverá julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2238.

Os Estados vêem na medida de corte de salários e redução de carga horário, embora impopular, uma forma de reajustar as contas. No documento, os secretários afirmam que as medidas hoje suspensas "trazem importantes instrumentos de ajuste fiscal para os estados", e que "se trata de um importante marco no controle dos gastos públicos".









A produção da Sagres entrou em contato com a Secretaria da Fazenda de Goiás, e aguarda um posicionamento sobre o documento.

Governo Ronaldo Caiado entrega carta pedindo que STF autorize cortes nos salários de servidores

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