AVON foi a primeira a fazer de Juliette sua Embaixadora #olhadenovo

Em Maio a campeã do ‘Big Brother Brasil 21′, Juliette Freire, de 31 anos, se tornou Embaixadora da marca Avon. Era o primeiro contrato dela pós reality show . Ela ainda estava se adaptando e comemorando o seu sucesso avassalador de engajamento.  O calendário marcava a data de 17 de Maio quando a marca de cosméticos Avon fez o anuncio que deixou os cactos eufóricos com a conquista da maquiadora paraibana, assim Juliette se tornou a nova estrela das campanhas publicitárias da marca. #EPJuliette, #Bença, #Doce, #DiferençaMara, #Vixequegostoso, #Benzim, #SeiLa #JulietteFreire, #juliettenaamericanas, #avonliette, #juliettenogloboplay, #HAVAINASDEJULIETTE, #JulietteELOccitane, #ACeADeJuliette, #BohemiadaJuliette,#juliettenaloccitaneaubresil, #BohemiadaJuliette, #JulietteNoHugoGloss, #BBB21, #TeamJuliette, #JuliettenaSAMSUNG, #JuliettenaSeara #TemporadaJulietteNoTVZ, #JuliettenaEstacio, #juliette, #MPN, #JulietteCriadora, #TVZJULIETTE, #JuliettenoMusicaBoa

Reinaldo

Simples assim, Dilma credita atos de Corrupção na Petrobras a FHC e quer que o Brasil feche os olhos para todo o resto

Dilma Rousseff disse, nesta sexta (20), que os casos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato não podem ser creditadas às empresas, mas sim a funcionários que praticaram as irregularidades; "Nós iremos tratar as empresas tentando, principalmente, considerar que é necessário gerar emprego e renda no Brasil. Isso não significa de maneira nenhuma ser conivente ou apoiar ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja, doa a quem doer. Eu não vou tratar o Petrobras como a Petrobras tendo praticado malfeitos. Quem praticou malfeitos foram os funcionários da Petrobras, que vão ter que pagar por isso" afirmou. 

Dilma também cutucou o ex-presidente FHC; "Se em 1996 e 1997 tivessem investigado e tivessem naquele momento punido, nós não teríamos o caso desse funcionário que ficou quase 20 anos praticando atos de corrupção", disse ela.

A presidente Dilma Rousseff defende que é preciso preservar os empregos gerados pela corrupção e segue a linha do Ministro Cardozo de isentar as empresas dos "malfeitos" investigados pela operação Lava Jato, da Polícia Federal, dizendo que foram cometidos por funcionários e que o governo trata dessa questão considerando a necessidade de geração de empregos e renda.

Questionada sobre a possibilidade das empresas envolvidas nas investigações fecharem um acordo de leniência com o governo para manter seus contratos de obras públicas e não serem declaradas inidôneas, Dilma disse que não cabia a ela comentar essa possibilidade.

Ela voltou a bater na tecla que se casos suspeitos de corrupção na Petrobras tivessem sido investigados durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), do PSDB, já na década de 1990, o esquema descoberto pela operação Lava Jato que envolve a estatal não ocorreria.

"Se em 1996 e 1997 tivessem investigado e tivessem naquele momento punido, nós não teríamos o caso desse funcionário que ficou quase 20 anos praticando atos de corrupção. A impunidade leva a água para o moinho da corrupção", disse ela.
Jornal do Brasil - País - Corrupção na Petrobras deveria ter sido investigada nos anos 90, diz Dilma


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