Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Perillo diz: "Cachoeira tinha livre trânsito em GO" @Reinaldo_Cruz @QBTV2 @QB_7 @Assuntosdegoias @R49_

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirmou nesta terça-feira (12) que não via Carlinhos Cachoeira como contraventor quando lhe telefonou para cumprimentá-lo pelo seu aniversário e nas vezes em que se encontraram pessoalmente.

O tucano disse que via Cachoeira como dono de um dos maiores laboratórios farmacêuticos da região Centro-Oeste, o Vitapan. "Eu não estava telefonando ali para um contraventor, mas para um empresário que atuava no ramo de produção de medicamentos", disse o governador.

O nome de Cachoeira, contudo, não consta dos registros oficiais da empresa, registrada em nome da ex-mulher e de um ex-cunhado.

Perillo, que depõe na CPI que investiga as relações de Cachoeira com políticos, afirmou que o empresário tinha livre trânsito na classe política goiana. No entanto, não se incluiu nesse grupo.

"Nunca mantive nenhuma relação de proximidade com o empresário Carlos Cachoeira. Embora fosse ele uma pessoa de livre trânsito com políticos do meu Estado, com a sociedade, com as elites, porque ele era uma pessoa rica", disse o governador goiano.

Em 14 de maio, a Folha mostrou que Perillo atuou diretamente para evitar uma ruptura com Cachoeira. O empresário se revoltou com decisões do governo do tucano, e, em julho, mandou recados por meio do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), do auxiliar Wladimir Garcez e do ex-presidente do Detran Edivaldo Cardoso, no sentido de que "largaria de mão" o governo Perillo. Depois, o tucano buscou fazer um acordo com o empresário, conforme indicam gravações telefônicas realizadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.

No início de seu depoimento, Perillo se disse vítima de injustiças e criticou a publicação de reportagens, segundo ele, descontextualizadas. "Não conheço algo parecido no país desde que reconquistamos a democracia", disse.

O governador chegou a se comparar aos ex-presidentes Getúlio Vargas e João Goulart, além de vítimas de acusações publicadas na imprensa e que depois provaram ser inocentes, como o ex-deputado federal Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).

Leia mais...


Fonte: Folha de S. Paulo



Comentários

Questão