O Governo Lula e o Apoio ao Rio Grande do Sul após as Enchentes

Solidariedade e Compromisso com a Reconstrução O presidente Lula demonstrou profunda solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, que enfrenta os devastadores efeitos das enchentes que atingiram a região. Ele expressou sua preocupação com as vítimas e familiares que perderam entes queridos, reafirmando o compromisso do governo federal em apoiar integralmente os esforços de reconstrução e recuperação. Lula garantiu que não faltarão recursos, esforços e eficiência do governo federal para atender às necessidades básicas da população afetada, como saúde, transporte e abastecimento de alimentos. Ele destacou que a prioridade imediata é salvar vidas e, em seguida, iniciar a avaliação dos danos para que a reconstrução possa ser planejada e executada. Coordenação entre Esferas de Governo O presidente enfatizou a importância da união entre os diferentes entes federativos - municípios, estado e União - para garantir uma resposta eficaz e coordenada à crise. Ele anunciou a criação de um

Reinaldo

Novo juiz para o Caso Cachoeira @Cnn_br @Reinaldo_Cruz @QBTV2 @R49_ @Assuntosdegoias @qb_7 @Goias_ec

O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador federal Mário César Ribeiro, designou um novo juiz para cuidar do processo envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Alderico Rocha Santos, titular da 5ª Vara Federal Criminal de Goiás, é o terceiro juiz à frente do caso.
O magistrado assume a relatoria da investigação após o juiz Leão Aparecido Alves, titular da 11ª Vara, onde corre o processo, ter se declarado impedido de assumir o caso. Leão é amigo de um dos investigados, o empresário José Olímpio de Queiroga Neto, apontado como o responsável pelo gerenciamento das casas de jogos de Carlinhos Cachoeira no entorno do Distrito Federal.
O troca-troca na Justiça se deve às ameaças recebidas pelo juiz Paulo Augusto Moreira Lima, responsável pela Operação Monte Carlo e que determinou a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira no fim de fevereiro. Lima se afastou do caso mesmo após ter pedido reforço em sua segurança pessoal.
Em ofício encaminhado ao corregedor Geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Carlos Olavo, o juiz Paulo Augusto Moreira Lima relata que segue esquema rígido de segurança por recomendação da Polícia Federal, mas revela que sua família foi abordada por policiais e diz que foi alertado da possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses.
Nesta terça-feira, a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou que vai investigar as ameaças feitas ao juiz Moreira Lima e as relações entre o juiz Leão Alves e um dos réus da Operação Monte Carlo.
Nesta quarta, às 10h, Eliana Calmon vai se reunir em Brasília com os magistrados e o presidente da da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Nino Toldo, para tratar do assunto.


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