O ator e humorista Batoré morre em São Paulo

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer. Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. "As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido", diz nota da Prefeitura. Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa " A Praça é Nossa ", do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico" em que fez o papel do delegado Queiroz. Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP. Fonte: Batoré, ator e humorista, morre em SP | São Paulo | G1

Reinaldo

Novo juiz para o Caso Cachoeira @Cnn_br @Reinaldo_Cruz @QBTV2 @R49_ @Assuntosdegoias @qb_7 @Goias_ec

O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador federal Mário César Ribeiro, designou um novo juiz para cuidar do processo envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Alderico Rocha Santos, titular da 5ª Vara Federal Criminal de Goiás, é o terceiro juiz à frente do caso.
O magistrado assume a relatoria da investigação após o juiz Leão Aparecido Alves, titular da 11ª Vara, onde corre o processo, ter se declarado impedido de assumir o caso. Leão é amigo de um dos investigados, o empresário José Olímpio de Queiroga Neto, apontado como o responsável pelo gerenciamento das casas de jogos de Carlinhos Cachoeira no entorno do Distrito Federal.
O troca-troca na Justiça se deve às ameaças recebidas pelo juiz Paulo Augusto Moreira Lima, responsável pela Operação Monte Carlo e que determinou a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira no fim de fevereiro. Lima se afastou do caso mesmo após ter pedido reforço em sua segurança pessoal.
Em ofício encaminhado ao corregedor Geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Carlos Olavo, o juiz Paulo Augusto Moreira Lima relata que segue esquema rígido de segurança por recomendação da Polícia Federal, mas revela que sua família foi abordada por policiais e diz que foi alertado da possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses.
Nesta terça-feira, a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou que vai investigar as ameaças feitas ao juiz Moreira Lima e as relações entre o juiz Leão Alves e um dos réus da Operação Monte Carlo.
Nesta quarta, às 10h, Eliana Calmon vai se reunir em Brasília com os magistrados e o presidente da da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Nino Toldo, para tratar do assunto.


Comentários

Questão