Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

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Certa vez, em 2002, o ex-volante Vampeta quebrou os protocolos e, sem medo de represálias, acusou o Flamengo: "Eles fingem que pagam e eu finjo que jogo". Dez anos depois, sem a mesma coragem, Ronaldinho Gaúcho faz de tudo para deixar evidente que, sem dinheiro, não tem futebol.
Dois dias após Assis, seu irmão e empresário, dizer que o clube carioca deve R$ 4,8 milhões ao craque, ele evitou a chuva e o treino de ontem, no CT do Ninho do Urubu. Ficou na academia "aprimorando a forma física", enquanto os demais enfrentavam o temporal.
Como nem jogador nem o clube se pronunciam sobre o assunto, cabe a Assis mostrar que os dias do meia no time carioca estão contados. "Falam muitas coisas sobre o desempenho dele em campo e sobre a frequência dele nos treinos, mas ele nunca deixou a desejar. Além disso, os salários não estão em dia", cobrou.
Pelo jeito Ronaldinho não verá a cor do dinheiro tão cedo. No balanço patrimonial divulgado segunda-feira, o Rubro-Negro acumula mais de R$ 434 milhões em dívidas, o que representa aumento de aproximadamente 13,7% em relação ao resultado do último ano (R$ 382 milhões).
Preocupado com a situação, o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, apontou o culpado pela crise. "Está claro que a diretoria administrativa precisa olhar com mais carinho para o marketing. É mais um ano que passa e mais um período que não conseguimos aumentar as receitas. Temos produtos excelentes dentro do Flamengo e ninguém potencializa isso. Não transformam em lucro. Tem coisa errada nesse trabalho de captação", criticou o dirigente.
Mesmo endividado e sem resultados dentro ou fora de campo, o Flamengo ainda sonha em contratar o atacante Adriano, mas o que ninguém revela é de onde virá o dinheiro para o investimento.

Fonte: Diário do Grande ABC

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