Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Mercados reagem mal após eleições na França e na Grécia @Reinaldo_Cruz @BrasliaDF @Assuntosdegoias

As bolsas europeias abriram em queda nesta segunda-feira (7), com os investidores receosos sobre uma possível mudança nas políticas de austeridade na França e na Grécia devido aos resultados nas eleições dos dois países.
Perto das 7h, o índice geral da Bolsa de Valores de Paris, o CAC-40, operava em queda de 0,56%. O índice seletivo FTSE MIB da Bolsa de Valores de Milão tinha leve alta de 0,04% e o principal indicador da Bolsa de Valores de Madri, o Ibex-35, tinha baixa de 0,45%.
O Euro abriu em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, cotado a US$ 1,2993, frente ao US$ 1,3114 da sessão anterior.
O barril de petróleo Brent para entrega em junho abriu nesta segunda-feira em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, cotado a US$ 112,39, menos US$ 0,79 em relação ao fechamento da sessão anterior.
Neste domingo, o socialista François Hollande derrotou Nicolas Sarkozy, tendo 51,7% dos votos. Em seu discurso da vitória, ele afirmou que a "austeridade não pode ser uma fatalidade”.


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