Secretários de Saúde veem fracasso de Bolsonaro e Pazuello e também querem impeachment

Secretários estaduais de Saúde consideram que sucessivos vexames de Bolsonaro e Pazuello com as vacinas levaram a situação ao limite do suportável. Alguns gestores já apoiam pedido de impeachment do ocupante do Planalto.  Secretários de Saúde dizem ter chegado ao limite a paciência com o ministro Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro. Alguns falam que o único caminho daqui para frente é um pedido de impeachment do presidente.  Os gestores estaduais de Saúde não receberam nenhuma comunicação sobre o cancelamento da ida do avião brasileiro à Índia, após o fracasso das negociações feitas pelo próprio presidente com o governo indiano. Os secretários se queixam ainda de que não foram avisados sobre mudança no calendário de vacinação e veem o episódio como um vexame e um fracasso nacional.  Segundo o Painel da Folha de S.Paulo , gestores estaduais afirmam que o governo e o ministério estão completamente perdidos. Alguns deles só veem como solução para a tragédia sanitária o impeachment do presid

Reinaldo

Vereadores saem no tapa na Câmara Municipal http://youtu.be/vSzqBqC6P-0 @Reinaldo_Cruz @Goianao2012

Aconteceu na Câmara Municipal de Itatinga (SP), cenas dantescas de uma sessão tumultuada e os vereadores acabaram se espancando no plenário.

A galeria estava lotada de pessoas que acompanhavam as votações que decidiriam por uma possível cassação do prefeito e um vereador da cidade.

A denúncia foi feita pelo vereador Júlio Fogaça e lida pela secretária, mas foi rejeitada por votação.

Uma segunda denúncia, desta vez contra o próprio vereador, foi feita por um morador da cidade, mas também não foi aceita pela maioria da Câmara.

O problema começou quando os parlamentares começaram a desenrolar suas falas no plenário.

Durante a fala do vereador Antônio dos Santos Barbosa, houve uma interrupção feita por Júlio Fogaça.

Os dois se empurraram. O vereador Marcos Feliciano tentou separar, mas também foi atingido.

Os dois vereadores que começaram a briga se agarraram e trocaram socos e só foram separados pelos policiais militares que acompanhavam a sessão.

As pessoas que assistiam invadiram o plenário e também foram contidas pela PM.

O vereador Júlio Fogaça afirmou que a discussão é normal dentro da Câmara.

Já o vereador Antônio disse que foi provocado pelo vereador da oposição e reagiu aos comentários do colega.

A polícia precisou de reforços. O efetivo, que geralmente trabalha com quatro homens, foi aumentado para dez policiais. Na saída, populares que acompanhavam a sessão ainda xingaram Júlio Fogaça, que precisou ser escoltado até o carro.

Com informações do G1 e da TV TEM



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