AVON foi a primeira a fazer de Juliette sua Embaixadora #olhadenovo

Em Maio a campeã do ‘Big Brother Brasil 21′, Juliette Freire, de 31 anos, se tornou Embaixadora da marca Avon. Era o primeiro contrato dela pós reality show . Ela ainda estava se adaptando e comemorando o seu sucesso avassalador de engajamento.  O calendário marcava a data de 17 de Maio quando a marca de cosméticos Avon fez o anuncio que deixou os cactos eufóricos com a conquista da maquiadora paraibana, assim Juliette se tornou a nova estrela das campanhas publicitárias da marca. #EPJuliette, #Bença, #Doce, #DiferençaMara, #Vixequegostoso, #Benzim, #SeiLa #JulietteFreire, #juliettenaamericanas, #avonliette, #juliettenogloboplay, #HAVAINASDEJULIETTE, #JulietteELOccitane, #ACeADeJuliette, #BohemiadaJuliette,#juliettenaloccitaneaubresil, #BohemiadaJuliette, #JulietteNoHugoGloss, #BBB21, #TeamJuliette, #JuliettenaSAMSUNG, #JuliettenaSeara #TemporadaJulietteNoTVZ, #JuliettenaEstacio, #juliette, #MPN, #JulietteCriadora, #TVZJULIETTE, #JuliettenoMusicaBoa

Reinaldo

Tribunal manda retirar Marcha p/Jesus do calendário do DF @Reinaldo_Cruz @Questao_Brasil http://t.co/oQGiC3r @Bug_spl

O Conselho Especial do TJ (Tribunal de Justiça) do Distrito Federal concedeu liminar para suspender parte de uma lei estadual aprovada em 1997 que incluiu a Marcha para Jesus no calendário oficial de eventos do governo distrital. O artigo suspenso também destinava recursos para a realização do evento. Segundo nota no site do TJ, a decisão do conselho foi unânime e tem efeito até que o órgão tome uma decisão definitiva. O conselho julgou uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) protocolada pelo governo do DF. O recurso alegava que um projeto de lei que prevê aumento de despesa para o governo só pode ser criado pelo Executivo, e não por um parlamentar da Câmara Legislativa. De acordo com o TJ, o presidente da Câmara, chamado a prestar informações, afirmou que não havia urgência que justificasse a liminar, já que a promulgação da lei ocorreu há 13 anos e que não houve, de fato, aumento de despesas para o governo. O relator do processo, porém, acatou a alegação do governo sobre a inconstitucionalidade do artigo e defendeu que fosse concedida uma liminar para "resguardar o orçamento público".

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