Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Tribunal manda retirar Marcha p/Jesus do calendário do DF @Reinaldo_Cruz @Questao_Brasil http://t.co/oQGiC3r @Bug_spl

O Conselho Especial do TJ (Tribunal de Justiça) do Distrito Federal concedeu liminar para suspender parte de uma lei estadual aprovada em 1997 que incluiu a Marcha para Jesus no calendário oficial de eventos do governo distrital. O artigo suspenso também destinava recursos para a realização do evento. Segundo nota no site do TJ, a decisão do conselho foi unânime e tem efeito até que o órgão tome uma decisão definitiva. O conselho julgou uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) protocolada pelo governo do DF. O recurso alegava que um projeto de lei que prevê aumento de despesa para o governo só pode ser criado pelo Executivo, e não por um parlamentar da Câmara Legislativa. De acordo com o TJ, o presidente da Câmara, chamado a prestar informações, afirmou que não havia urgência que justificasse a liminar, já que a promulgação da lei ocorreu há 13 anos e que não houve, de fato, aumento de despesas para o governo. O relator do processo, porém, acatou a alegação do governo sobre a inconstitucionalidade do artigo e defendeu que fosse concedida uma liminar para "resguardar o orçamento público".

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