Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Ordem e valores ocidentais: o plano de Trump para reverter desvantagem e se reeleger

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aceitou formalmente a candidatura a reeleição nesta quinta-feira (27), no encerramento da Convenção Nacional do Partido Republicano. O discurso de maneira oficial abriu a corrida pela Casa Branca, com as eleições americanas marcadas para novembro. 
Trump ofereceu orações às vítimas do furacão Laura, que causou estragos no estado da Louisiana nesta quinta, e disse que visitaria a região atingida nos próximos dias. O presidente e candidato também homenageou o irmão, Robert Trump, morto há quase duas semanas.



Aposta de Bolsonaro em Trump sai pela culatra diante de tarifas
Pela segunda vez em sua breve carreira política, o presidente americano Donald Trump concorrerá a uma eleição. Também pela segunda vez, ele chega à disputa como azarão: nas pesquisas nacionais está cerca de 10 pontos percentuais atrás de seu rival, o democrata Joe Biden – situação parecida com a que viveu há quatro anos, quando também surgia atrás de Hillary Clinton nas sondagens eleitorais. 
Mariana Sanches, correspondente da BBC em Washington, explica neste vídeo que a estratégia de Trump para reverter essa desvantagem passa por 4 pilares: economia, pandemia, ordem e defesa dos valores ocidentais.

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