Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

'Presidente não vai me desmoralizar', diz Caiado, após pronunciamento de Bolsonaro

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), afirma que o presidente Jair Bolsonaro deveria dar ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a mesma autonomia que tem o ministro da Economia, Paulo Guedes, e desativar o chamado “gabinete do ódio”, que o orientou a minimizar a pandemia do novo coronavírus
Por que romper com Bolsonaro? 



 Caiu a ficha. Ele jamais poderia ter vulgarizado a gravidade do coronavírus. Jamais. Eu sempre fui um aliado, nunca fui submisso. Ele se enganou, achou que eu pudesse estar incluído naqueles que estão para cumprir ordens. Eu não estou para cumprir ordens, sou homem para discutir e apoiar posições. Nos assuntos da Saúde, as ações do presidente não atingem o meu Estado.


 
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que é médico, criticou a declaração de Jair Bolsonaro sobre coronavírus e disse ser um 'aliado, não um subordinado'. Um dos mais antigos apoiadores do presidente, Caiado decidiu romper com o governo federal após o pronunciamento do presidente na noite de 24 de março de 2020, criticando o isolamento social e pedindo que lojas e escolas sejam reabertas.
Governador de Goiás, Caiado rompe com Bolsonaro: 'A ignorância não é uma virtude' / Twitter

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