O ator e humorista Batoré morre em São Paulo

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer. Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. "As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido", diz nota da Prefeitura. Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa " A Praça é Nossa ", do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico" em que fez o papel do delegado Queiroz. Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP. Fonte: Batoré, ator e humorista, morre em SP | São Paulo | G1

Reinaldo

Má qualidade do serviço prestado pela ENEL pode levar a cassação da concessão pelo Governo Bolsonaro

Uma guerra em que a população de Goiás só tem a perder!

O Estado de Goiás já esta perdendo com a má qualidade do serviço prestado pela empresa italiana que comprou a CELG, mas a intransigência do Governador Ronaldo Caiado não colabora em nada para que isso se resolva. Ele diz que não retomará negociações com a Enel: "Eu conversei 15 vezes".
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Resta ao povo de Goiás contar com a própria sorte, já que não existe mais possibilidade de diálogo para viabilizar soluções, e ai, é difícil que a empresa retome os investimentos correndo o risco de ter a concessão cassada pelo Governo Federal a qualquer momento. Até que haja a hipotética re estatização da CELG por parte do Governo de Goiás via Ministério das Minas e Energia. A população do estado pode ter que continuar a conviver com a prestação de serviço precária, com constantes quedas de energia ou com a falta total por longuíssimos períodos.

Como não há possibilidade de resolver as agruras do dia para noite, um canal de negociação e diálogo franco na busca conjunta por soluções 'amigáveis' seria o melhor caminho, ao contrário de uma ruptura litigiosa em que só o povo de Goiás tem a perder.

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