Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Má qualidade do serviço prestado pela ENEL pode levar a cassação da concessão pelo Governo Bolsonaro

Uma guerra em que a população de Goiás só tem a perder!

O Estado de Goiás já esta perdendo com a má qualidade do serviço prestado pela empresa italiana que comprou a CELG, mas a intransigência do Governador Ronaldo Caiado não colabora em nada para que isso se resolva. Ele diz que não retomará negociações com a Enel: "Eu conversei 15 vezes".
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Resta ao povo de Goiás contar com a própria sorte, já que não existe mais possibilidade de diálogo para viabilizar soluções, e ai, é difícil que a empresa retome os investimentos correndo o risco de ter a concessão cassada pelo Governo Federal a qualquer momento. Até que haja a hipotética re estatização da CELG por parte do Governo de Goiás via Ministério das Minas e Energia. A população do estado pode ter que continuar a conviver com a prestação de serviço precária, com constantes quedas de energia ou com a falta total por longuíssimos períodos.

Como não há possibilidade de resolver as agruras do dia para noite, um canal de negociação e diálogo franco na busca conjunta por soluções 'amigáveis' seria o melhor caminho, ao contrário de uma ruptura litigiosa em que só o povo de Goiás tem a perder.

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