Juliette lança nova música "Solar" que passa mensagem de que os dias ruins também passam

A letra de SOLAR foi escrita por alguém que naquele momento estava dilacerada pela vida, não tinha como saber que aquelas palavras carregadas de tristeza virariam uma bela e alegre música um dia, afinal de contas, elas tinham o intuíto de homenagear e lembrar uma perda muito grande.  As palavras vieram, a caneta deslizou sobre o papel e o texto fluiu de forma natural escrito por alguém magoada, com a fé abalada e triste pelas pancadas da vida naquele momento. Os dias mais difíceis nos levam a pensar que não vamos aguentar, a boa notícia é que eles também passam. A perda de alguém que amamos é irreparável e por vezes nos tira a própria luz do dia, mas que bom testemunhar que Deus nunca soltou a mão de Juliette e ainda permitiu que aquela tristeza de outrora se tornasse um encanto em forma música. A canção "Solar" traz Esperança, conforto e alegria. Na voz aveludada de Juliette ela avisa que o Sol volta sempre para fazer o nosso dia ser lindo outra vez.

Reinaldo

Preocupação não é com a bandidagem em geral, Lula é o problema! Após senadores, deputados vão a Toffoli defender prisão na 2ª instância

Depois que um grupo de 41 senadores assinou carta ao presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, pedindo a preservação da prisão para condenados em segunda instância judicial, um numeroso grupo de deputados federais adotou a mesma estratégia. O deputado Capitão Augusto (PL-SP), relator do Pacote Anticrime na Câmara e presidente da Comissão de Segurança Pública da Casa, encabeça petição que já reúne 50 assinaturas de parlamentares.

Resultado de imagem para capitãoaugusto"Ele estima que o número de adesões passará de 200. Para o Capitão Augusto, manter a possibilidade de prisão em segunda instância é uma questão de ‘segurança jurídica e da efetividade da justiça’.

DESDE 2018 – Capitão Augusto lembra que os deputados já haviam declarado posicionamento semelhante em 2018. “Na oportunidade, nós parlamentares ressaltamos que aderíamos ao clamor de milhões de brasileiros para que fosse mantido, sem exceções, o justo entendimento jurisprudencial firmado no sentido de que não viola a Constituição Federal o início do cumprimento da sanção penal a partir da decisão condenatória de segunda instância.”

O entendimento atual é de 2016, quando os ministros entenderam que é possível a prisão de condenados em segunda instância. Esta jurisprudência não é inconstitucional, afirma a petição do Capitão. “Isso porque, como é manifesto, os recursos extraordinários (especial e extraordinário) não se prestam à rediscussão de provas.”

“Uno-me aos deputados abaixo subscritos para nos posicionarmos veementemente contra a revisão desse fundamental entendimento jurisprudencial, que foi um importantíssimo passo no nosso país contra a impunidade”, diz a mensagem dos deputados.

JULGAMENTO - Os ministros do Supremo retomam nesta quinta, 7, o julgamento que pode reformar ou manter a possibilidade de prisão em segunda instância. O placar está em 4 a 3 a favor da segunda instância. Faltam votar quatro ministros, inclusive o presidente da Corte, Dias Toffoli.

A tendência é a revisão do entendimento do próprio Supremo que, desde 2016, autoriza prisão em segundo grau judicial.

A possibilidade de prisão antes do trânsito em julgado dividiu promotores, advogados e a classe política. Os promotores vêem a medida como uma ‘defesa da impunidade’, ao passo que advogados alegam que ela é ‘uma afronta ao artigo 5.º, inciso LVII, da Constituição do Brasil’ – ‘Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória’.

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