Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Em Gramado, Bruna Marquezine comenta cenas de nudez e drogas em filme: ‘Não foi uma preocupação’

Em sua estreia como protagonista no cinema, no filme “Vou nadar até você”, exibido nesta segunda-feira em competição no 47º Festival de Gramado, Bruna Marquezine deixa um pouco de lado o glamour pelo qual é conhecida — no Instagram, costuma compartilhar com seus 36 milhões de seguidores fotos ostentando roupas de marca — para aparecer nua (em mais de uma cena) e fumando maconha. Mas, para a atriz e modelo de 24 anos, essas passagens não foram um problema.
Bruna Marquezine em cena de 'Vou nadar até você' Foto: Divulgação
— Não são cenas gratuitas, fazem parte da história. Não foi uma preocupação. O foco era fazer arte, e o ambiente no set era de parceria e liberdade. Todo o resto vira pequeno — diz a atriz, que se emocionou ao dedicar a sessão aos pais.

Boa parte do filme é composta por cenas em que Bruna Marquezine caminha por vários minutos, sem diálogos, e faz poses sensuais para a câmera de Klaus Mitteldorf, estreante na direção de longas.

Bruna interpreta Ophelia, uma fotógrafa que decide nadar de Santos até Ubatuba, em São Paulo, para encontrar o pai, um alemão (vivido por Peter Ketnath, de "Cinema, aspirinas e urubus", 2005) que a abandonou antes de ela nascer. No caminho, faz paradas em portos, praias e hotéis baratos; observa o horizonte e fotografa pessoas aleatórias; pede carona para desconhecidos à beira da estrada, esbarra com gente de caráter duvidoso, é assaltada e chora, entre outros perrengues.

Críticas à 'objetificação' do corpo
As cenas de nudez, porém, foram problemáticas para alguns espectadores. No encontro da equipe com a imprensa, nesta terça, uma pessoa demonstrou incômodo como a câmera “fetichiza” e “objetifica” o corpo de Bruna (algo que não faz com os atores masculinos), em especial quando ela aparece sem roupa numa banheira e numa cama de hotel. O questionamento foi aplaudido.

 — Talvez você não tenha entendido algumas coisas — rebateu o diretor Klaus Mitteldorf, que também é fotógrafo. — São cenas naturais. A parte da banheira tem ligação com trabalhos que fiz nos anos 1990. Sempre trabalhei com a plasticidade dos corpos, inclusive de mulheres, e isso ficou bem representado pela Bruna.

O cineasta encerrou afirmando que “ esta é uma questão sobre minha arte” e que não falaria mais sobre o assunto.

Embora já tenha feito participações em alguns longas, como “Xuxa em o mistério de feiurinha” (2009), esta é a primeira vez em que Bruna assume o papel de protagonista no cinema.

— Sempre tive necessidade artística de fazer cinema, mas sempre emendei trabalhos na TV, não tinha tempo para me dedicar a um projeto com o qual me identificasse — explica Bruna, cujo último trabalho foi na novela “Deus salve o rei”, da TV Globo. — Eu me encantei com a Ophelia. Não acho que escolhi fazer ela. Ela que me escolheu.

A atriz descreve a aventura pela qual passa sua personagem como uma jornada de autoconhecimento.

— Eu também entrei nessa jornada de autoconhecimento — disse ela, que fez aulas de natação para se preparar fisicamente. — conversei com muitos nadadores e descobri como era sagrado pra eles estar na água, assim como pra minha personagem, que sente mais confortável dentro d’água do que fora dela.

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