Secretários de Saúde veem fracasso de Bolsonaro e Pazuello e também querem impeachment

Secretários estaduais de Saúde consideram que sucessivos vexames de Bolsonaro e Pazuello com as vacinas levaram a situação ao limite do suportável. Alguns gestores já apoiam pedido de impeachment do ocupante do Planalto.  Secretários de Saúde dizem ter chegado ao limite a paciência com o ministro Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro. Alguns falam que o único caminho daqui para frente é um pedido de impeachment do presidente.  Os gestores estaduais de Saúde não receberam nenhuma comunicação sobre o cancelamento da ida do avião brasileiro à Índia, após o fracasso das negociações feitas pelo próprio presidente com o governo indiano. Os secretários se queixam ainda de que não foram avisados sobre mudança no calendário de vacinação e veem o episódio como um vexame e um fracasso nacional.  Segundo o Painel da Folha de S.Paulo , gestores estaduais afirmam que o governo e o ministério estão completamente perdidos. Alguns deles só veem como solução para a tragédia sanitária o impeachment do presid

Reinaldo

CPI no Paraguai pode atingir PSL e clã Bolsonaro

O Congresso do Paraguai criou uma CPI para apurar a atuação do presidente Mario Abdo Benítez no acordo sobre a venda de energia de Itaipu. A CPI investigará supostos privilégios à empresa brasileira Léros, ligada ao empresário Alexandre Giordano, suplente do senador Major Olímpio (PSL-SP). Para garantir a exclusividade à Leros, o clã Bolsonaro foi associado à empresa.
O Congresso do Paraguai criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a atuação do presidente Mario Abdo Benítez e do vice-presidente Hugo Velázquez no acordo de renegociação da venda de energia de Itaipu, na fronteira entre Brasil e o país vizinho. A CPI investigará supostos privilégios à empresa brasileira Léros, ligada ao empresário Alexandre Giordano, suplente do senador Major Olímpio (PSL-SP), do mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro.
Pelo acordo, que havia sido cancelado, o Paraguai pagaria mais caro pela energia proveniente de Itaipu. Benítez é acusado de traição à pátria por ter assinado com o Brasil um documento que aumenta custos com energia em US$ 200 milhões por ano.
De acordo com o senador Eusebio Ramón Ayala, do Partido Liberal Radical Autêntico (PLRA), nomeado para compor a comissão, há indícios de que a Léros recebeu tratamento preferencial em relação às demais empresas que demonstraram interesse à Administração Nacional de Eletricidade (Ande, a Eletrobrás paraguaia) em intermediar a venda da energia excedente para o país vizinho.
“Vamos investigar a ata (que sacramentou o acordo), todo o trabalho prévio, consequências e conexões com a Léros”, disse Ayala, integrante da oposição, ao jornal O Estado de S.Paulo.
No Brasil, a Bancada do PT na Câmara dos Deputados protocolou uma representação na Procuradoria-Geral da República contra Bolsonaro, o chanceler Ernesto Araújo e o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, general Joaquim Silva e Luna. Parlamentares querem que a PGR investigue denúncias sobre irregularidades na renegociação sigilosa.
A petição ressalta que, "segundo denúncias de jornais paraguaios, houve pressão de lobistas de empresas brasileiras comercializadoras de energia, para que se retirasse do acordo uma cláusula que possibilitaria que a empresa estatal paraguaia ANDE pudesse comercializar o excedente de energia não utilizado pelo Paraguai diretamente no mercado livre do Brasil".

Comentários

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