Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

VAZAMENTOS DE MORO E DELLAGNOL VÃO IMPACTAR ANDAMENTO DA REFORMA?


No #MorningCall desta segunda-feira (10), Vanessa Gonçalves conversa com Jojo Wachsmann, sócio-fundador da Vitreo. A semana passada fechou com a Bolsa em alta e um cenário otimista para a economia. 
A reforma da Previdência segue andando, governo obteve vitórias com a aprovação da MP do pente-fino nos benefícios do INSS e a decisão sobre privatizações no STF. Eis que na noite de domingo (9) o cenário político favorável foi abalado com a divulgação de uma série de reportagens do site Intercept sobre troca de mensagens comprometedoras entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol sobre a prisão de Lula e outras ações da Lava Jato. 
Para Wachsmann, esses novos acontecimentos podem deixar o mercado mais volátil, especialmente se esse aspecto político interferir no encaminhamento da aprovação da reforma da Previdência. O cenário internacional que andava mais complicado, promete um início de semana mais calmo. 
Os bancos centrais sinalizando queda dos juros, México e EUA fechando acordo e dando uma apaziguada na guerra comercial entre eles e com sinais de que norte-americanos e chineses podem encerrar e breve a guerra comercial. Agora é esperar as cenas do próximo capítulo do ‘House of Cards’ Brasil.

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