Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

ARTICULAÇÃO POLÍTICA DE BOLSONARO PODE FREAR DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA


Na primeira edição do #ConexãoMyNews, Mara Luquet entrevista o economista Luis Eduardo Assis sobre a perspectiva da economia brasileira em 2019. Para o especialista, a única forma de a economia brasileira não descer ladeira abaixo em 2019 é o presidente Jair Bolsonaro começar a “praticar” a chamada articulação política em prol da importante agenda econômica colocada para o país. 
Assis acredita que enquanto Bolsonaro focar em legislar apenas de olho em uma agenda própria e não relacionada aos importantes desafios para a retomada do crescimento do país, a economia tende a caminhar de “lado” com tendência a cair ainda ainda. Haja visto que no início do ano a expectativa era de um crescimento do PIB de 2,5% e seis meses depois já se comemora se crescer 1%. 
Embora o governo tenha tomado medidas paliativas para incentivar o consumo, entre elas a liberação do uso do Fundo de Garantia, para o economista não passa de uma “anestesia” para um povo que precisa passar por uma cirurgia.

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