Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

Jogar os brasileiros uns contra os outros com a ladainha de Direita x Esquerda. É o plano governista para aprovar a reforma

Muitos de nós, Brasileiros, almejávamos mudanças no país e fomos convencidos que a Reforma trabalhista seria um passo importante para criar "milhões" de vagas de empregos e arrefecer a onda galopante e preocupante do desemprego. Porém, há muita gente percebendo, mas poucos admitem que a aquela reforma trabalhista só atendeu os anseios dos patrões, enfraquecendo Sindicatos, Conselhos Profissionais e ceifou direitos da classe trabalhadora.

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"O trabalhador terá que escolher entre ter direitos ou ter emprego". Com esse discurso Bolsonaro tomou assento na Presidência do Brasil. O modus operandi para aprovar a PEC da Previdência é o mesmo.
Incutir na cabeça dos operários do chão de fábrica que eles precisam abrir mão das suas garantias porque senão nem ele e nem o patrão terão algum amparo no futuro. Não há dúvidas que as Reformas são necessárias, mas o Brasil precisa de algo bem mais amplo, sobretudo no que tange as despesas e a dívida pública. Nada vai mudar nem no curto e menos ainda no longuíssimo prazo sem adequações pontuais no âmbito político, tributário e fiscal. Repensar o planejamento das carreiras no setor público onde existem salários iniciais exorbitantes.
No que tange os privilégios, deixam transparecer que só a lavadeira, o servente de pedreiro ou motorista parecem te-los e não políticos, juízes e menos ainda aquelas grandes empresas que devem horrores aos cofres públicos e invariavelmente deixam de cumprir com suas obrigações junto a Previdência, mas não são cobradas ou incomodadas devidamente por isso.
A estratégia política desde sempre é colocar o povo contra o próprio povo com essa história de Direita x Esquerda, justamente para evitar que haja um debate amplo, não só em relação as reformas, mas de toda a conjuntura de problemas que afligem a nação.


Jogar os brasileiros uns contra os outros com a ladainha de Direita x Esquerda. É o plano governista para aprovar a reforma – Eu Digo Sempre – Imprensa Brasil

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