O senador Romário é suspeito de ocultar patrimônio e usar laranjas para escapar das dívidas milionárias

O pagamento de pensões era um grande problema para o senador em seus tempos de fama como jogador, mas hoje em dia isso não deveria ser algo que o incomodasse, pois os filhos estão todos criados e talvez uma ou duas filhas ainda dependam do pai.
O ídolo dos gramados sempre teve sucesso, fez fama e dinheiro. Com o fim da carreira, Romário entrou para política, primeiro se elegeu deputado federal e depois conquistou uma cadeira no Senado da República. A política no Brasil é cercada de desconfianças e os políticos quase na sua totalidade são suspeitos de um tudo.



Leia abaixo a matéria de O Globo e entenda o imbróglio:

Do Jornal O Globo

Marco Grillo e Thiago Prado



Acusado em processos judiciais de transferir bens a terceiros para não pagar dívidas com credores, o senador Romário (Pode-RJ) passou a colocar o próprio advogado como dono de parte do seu patrimônio. Luiz Sérgio de Vasconcelos Júnior, que entre 2017 e 2019 foi funcionário comissionado no Senado, foi autorizado, por meio de documentos…

'Pacote anticrime' de Sérgio Moro: advogados e juristas questionam pontos da proposta que pode beneficiar os "bandidos ricos"

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Medidas de Moro tem na teoria a intenção de atacar a corrupção e o crime organizado. Na prática pode favorecer crimes do colarinho branco e não tem nenhum capítulo dedicado especificamente ao combate das causas que agravam a violência urbana que assola o país. 
Não apresenta nenhuma solução para a questão carcerária que estão se tornando verdadeiros escritórios do crime. 
"Se este projeto (como um todo) passa, o que teremos é um aumento considerável da população carcerária e, como efeito óbvio, um enorme número de novos membros a serem recrutados pelo crime organizado e pelas organizações criminosas", disse Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.
A americanização da justiça brasileira é outro ponto questionável, a "Plea bargain" introduz no direito brasileiro uma figura que ainda não existe por aqui: o acordo (mediante confissão) com o Ministério Público. Nos Estados Unidos, este instrumento é chamado de "plea bargain".








Nesta modalidade, o réu confessa sua culpa diante da acusação, e o Ministério Público não chega a apresentar denúncia - o que evita um novo processo judicial. Em troca da confissão, o Ministério Público pode negociar benefícios na hora de cumprir a pena.
Se levarmos em consideração os crimes da JBS e ODEBRECHT, se a "plea bargain" já estivesse valendo, bastaria Joesley e Marcelo confessarem seus crimes e nem processados seriam... 

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