Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

Declaração de coronel em Pacaraima causa desconforto no governo

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Causou enorme desconforto e mal-estar no governo e na cúpula militar a declaração do coronel do Exército, José Jacaúna, chefe da Operação Acolhida em Roraima, que, diante do confronto entre civis e militares venezuelanos na fronteira, classificou o episódio como uma "agressão" ao Brasil, o que exigiria uma resposta à alturado País. "Essa declaração pegou todos de surpresa. Não vai se repetir", afirmou um general ouvido pelo Estadão.
"Não houve ataque ao Brasil ou ato de hostilidade ao nosso País. Eles se enfrentaram de lá, jogaram gás lacrimogêneo, pedras e sobrou pra nós. Não dá pra fazer disso uma tempestade", minimizou outro general, insistindo que o problema é local, interno da Venezuela e que o Brasil não vai entrar do outro lado. 
E emendou: "O clima é o clima da Venezuela. Eles estão se enfrentando, pode acabar transcendendo o outro lado porque estão na linha de fronteira. Vai fazer o que? Declarar guerra à Venezuela? Pelo amor de Deus. Isso não existe." 

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