AVON foi a primeira a fazer de Juliette sua Embaixadora #olhadenovo

Em Maio a campeã do ‘Big Brother Brasil 21′, Juliette Freire, de 31 anos, se tornou Embaixadora da marca Avon. Era o primeiro contrato dela pós reality show . Ela ainda estava se adaptando e comemorando o seu sucesso avassalador de engajamento.  O calendário marcava a data de 17 de Maio quando a marca de cosméticos Avon fez o anuncio que deixou os cactos eufóricos com a conquista da maquiadora paraibana, assim Juliette se tornou a nova estrela das campanhas publicitárias da marca. #EPJuliette, #Bença, #Doce, #DiferençaMara, #Vixequegostoso, #Benzim, #SeiLa #JulietteFreire, #juliettenaamericanas, #avonliette, #juliettenogloboplay, #HAVAINASDEJULIETTE, #JulietteELOccitane, #ACeADeJuliette, #BohemiadaJuliette,#juliettenaloccitaneaubresil, #BohemiadaJuliette, #JulietteNoHugoGloss, #BBB21, #TeamJuliette, #JuliettenaSAMSUNG, #JuliettenaSeara #TemporadaJulietteNoTVZ, #JuliettenaEstacio, #juliette, #MPN, #JulietteCriadora, #TVZJULIETTE, #JuliettenoMusicaBoa

Reinaldo

"Após escândalo do clã, Moro deve estar pensando em voltar para casa", diz Flávio Dino





"Após escândalo do clã, Moro deve estar pensando em voltar para casa". A declaração é do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em entrevista exclusiva à TV 247 na manhã desta sexta-feira (18). Ele falou sobre o constrangimento do ministro da Justiça, às voltas com os esquemas escusos e irregularidades do governo, em especial o escândalo de Fabrício Queiroz, apontado como caixa do clã Bolsonaro. Dino acredita que, ao solicitar a paralisação das investigações sobre o esquema Queiroz-Bolsonaro ao STF "Flávio assume participação nos eventos".
O governador do Maranhão foi juiz entre 1994 e 2006, quando deixou a magistratura para concorrer à presidência da Câmara dos Deputados - foi aprovado em primeiro lugar no mesmo concurso do qual participou Sérgio Moro. "Eu tenho impressão que, nessa madrugada, Moro ficou olhando para o teto pensando em como voltar para Curitiba. Ele construiu uma imagem de combatente e inflexível no combate à corrupção ", ironizou.
Com seu olhar de jurista e político, seria uma aberração se o STF garantisse o foro privilegiado a Flávio Bolsonaro, pois o insitituto é "prerrogativa de função" e não de pessoas. Como os fatos investigados ocorreram "antes de Flávio torna-se senador", observou, a concessão do foro privilegiado seria uma transgressão jurídica. 
Segundo afirmou Dino, existem vários questionamentos jurídicos e políticos sobre os esquemas envolvendo Queiroz. "A questão ganha um novo patamar a partir do momento que a família Bolsonaro leva a investigação para dentro de casa. Quem fez o recurso ao Supremo não foi o Queiroz, foi o Flávio Bolsonaro. Logo, ele reconhece que tem uma participação nos eventos", avalia. 
Ele diz que ainda "ocorrerão desdobramentos bastante agudos" para o clã Bolsonaro e o ex-assessor parlamentar. 
Politicamente, o governador acredita que houve uma "fragilização do discurso de combate à corrupção" que foi um dos motes do bolsonarismo: "Por mais que governo mande ao Congresso leis de endurecimento de penas, fica difícil sustentar a aprovação desses projetos na medida em que a prática do núcleo do poder diverge do discurso. Ocorreu uma trinca neste pilar".
"Após escândalo do clã, Moro deve estar pensando em voltar para casa", diz Flávio Dino

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