Prefeitura de Sorocaba indica "tratamento precoce", que infectologistas dizem ser ineficaz

O prefeito de Sorocaba ordenou a compra de R$ 57 mil em medicamentos que, segundo médicos infectologistas, não possuem eficácia contra a Covid-19. Esses medicamentos serão distribuídos nas UBS da cidade, informou o governo municipal. O prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) usou uma portaria do Ministério da Saúde para justificar a compra.  A Sociedade Brasileira de Infectologia se pronunciou contra a recomendação de remédios para tratamento precoce pela ineficácia desses medicamentos e pela possibilidade de causarem efeitos colaterais.   Prefeitura de Sorocaba indica "tratamento precoce", que infectologistas dizem ser ineficaz / Twitter

Reinaldo

Lobos tomando conta do galinheiro? Já não importa mais. O governo contra a corrupção nem começou e já perdeu a credibilidade

"O presidente tá isento disso aí porque não teve participação. O que apareceu dele é irrisório, uma quantia pequena, e ele mesmo já explicou. Acredito que não vá atingi-lo", diz o General Heleno, sobre a quantia depositada na conta da Primeira Dama que equivale a DOIS ANOS DE SALÁRIO MÍNIMO. Na entrevista a Pedro Bial no programa Conversa com Bial, General Heleno ironizou a participação do órgão no caso. 
"Eu fico muito feliz que o Coaf tenha se manifestado, porque ficou em silêncio durante muitos anos, né. Tomara que ele seja mais ativo, que não deixe sair bilhões de dólares do país sem ninguém saber."
Sobre a resolução do caso, o general disse estar "aguardando os acontecimentos" e os esclarecimentos dos "personagens principais" envolvidos. 
"Os responsáveis vão ter que assumir a culpa. Se houver alguma penalidade, vão ser submetidos a essa penalidade", afirmou Heleno.
Dentre os depósitos realizados por Queiroz está um de R$ 24 mil para a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente eleito afirmou que o repasse se deve ao pagamento de um empréstimo que fez ao ex-assessor, no valor total de R$ 40 mil.
A história do ex-assessor está se transformando em "histórias" de assessores, e uma das mais escabrosas que veio à público diz respeito ao servidor turista da ALERJ que vivia em trânsito e mesmo assim recebia religiosamente o seu salário. O local de trabalho do viajante era o gabinete de Flávio Bolsonaro.

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