O senador Romário é suspeito de ocultar patrimônio e usar laranjas para escapar das dívidas milionárias

O pagamento de pensões era um grande problema para o senador em seus tempos de fama como jogador, mas hoje em dia isso não deveria ser algo que o incomodasse, pois os filhos estão todos criados e talvez uma ou duas filhas ainda dependam do pai.
O ídolo dos gramados sempre teve sucesso, fez fama e dinheiro. Com o fim da carreira, Romário entrou para política, primeiro se elegeu deputado federal e depois conquistou uma cadeira no Senado da República. A política no Brasil é cercada de desconfianças e os políticos quase na sua totalidade são suspeitos de um tudo.



Leia abaixo a matéria de O Globo e entenda o imbróglio:

Do Jornal O Globo

Marco Grillo e Thiago Prado



Acusado em processos judiciais de transferir bens a terceiros para não pagar dívidas com credores, o senador Romário (Pode-RJ) passou a colocar o próprio advogado como dono de parte do seu patrimônio. Luiz Sérgio de Vasconcelos Júnior, que entre 2017 e 2019 foi funcionário comissionado no Senado, foi autorizado, por meio de documentos…

BOLSONARO SOB PRESSÃO


A jornalista Daniela Lima fala sobre a diplomação do futuro presidente Jair Bolsonaro. Na cerimônia, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, deu o seu recado com um discurso forte em defesa dos direitos humanos, do diálogo e da democracia. 
Daniela também explica a estrutura e funcionamento do COAF, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, órgão responsável por monitorar e fiscalizar movimentações financeiras atípicas. Um relatório recente do COAF revelou que um ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, movimentou R$ 1,2 milhão enquanto trabalhava com Flávio na Assembleia Legislativa do Rio. 
Além dessas pressões por explicações das movimentações financeiras atípicas do ex-assessor do filho, Bolsonaro também tem desafios no Congresso e dentro do próprio partido.

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