Secretários de Saúde veem fracasso de Bolsonaro e Pazuello e também querem impeachment

Secretários estaduais de Saúde consideram que sucessivos vexames de Bolsonaro e Pazuello com as vacinas levaram a situação ao limite do suportável. Alguns gestores já apoiam pedido de impeachment do ocupante do Planalto.  Secretários de Saúde dizem ter chegado ao limite a paciência com o ministro Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro. Alguns falam que o único caminho daqui para frente é um pedido de impeachment do presidente.  Os gestores estaduais de Saúde não receberam nenhuma comunicação sobre o cancelamento da ida do avião brasileiro à Índia, após o fracasso das negociações feitas pelo próprio presidente com o governo indiano. Os secretários se queixam ainda de que não foram avisados sobre mudança no calendário de vacinação e veem o episódio como um vexame e um fracasso nacional.  Segundo o Painel da Folha de S.Paulo , gestores estaduais afirmam que o governo e o ministério estão completamente perdidos. Alguns deles só veem como solução para a tragédia sanitária o impeachment do presid

Reinaldo

Um novo Marajá no Planalto! Jair Bolsonaro vai perceber vencimentos bem acima do teto do funcionalismo público

Apesar do discurso humilde do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), durante a campanha, o contracheque dele será um dos mais gordos da Esplanada: R$ 60.236,15. A informação é do blog do Lauro Jardim, do O Globo. 
R$ 60 mil mensais e o hábito de passar o pano em tudo... "Difícil entender a reação irritada dos Bolsominios que passam o pano e defendem o novo rendimento do Presidente. Bolsonaro prometeu, na campanha, que iria combater os marajás do serviço público e privilégios. Como ele vai virar um marajá acumulando vencimentos acima do teto - R$ 60 mil por mês - estamos cobrando que dê o exemplo. E corte seu salário. É o mínimo que deve fazer para não passar por mentiroso. Se ele fizer esse corte, vamos aplaudir. Simples assim".
Jair reproduziu o discurso de Fernando Collor contra os marajás, mas a cifra alcançada consegue superar a maior fatia do funcionalismo público. Ela só foi alcançada porque, a partir de janeiro, Bolsonaro estará apto a se aposentar pelo antigo Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) e poderá receber da Câmara R$ 29.301,45 mensais. O salário de presidente são R$ 30.934,70. O mecanismo que corta o salário quando se ultrapassa o teto constitucional de R$ 33,7 mil não atinge aposentados pelo IPC. E há ainda o salário de capitão reformado, valor não informado por Bolsonaro.


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