AVON foi a primeira a fazer de Juliette sua Embaixadora #olhadenovo

Em Maio a campeã do ‘Big Brother Brasil 21′, Juliette Freire, de 31 anos, se tornou Embaixadora da marca Avon. Era o primeiro contrato dela pós reality show . Ela ainda estava se adaptando e comemorando o seu sucesso avassalador de engajamento.  O calendário marcava a data de 17 de Maio quando a marca de cosméticos Avon fez o anuncio que deixou os cactos eufóricos com a conquista da maquiadora paraibana, assim Juliette se tornou a nova estrela das campanhas publicitárias da marca. #EPJuliette, #Bença, #Doce, #DiferençaMara, #Vixequegostoso, #Benzim, #SeiLa #JulietteFreire, #juliettenaamericanas, #avonliette, #juliettenogloboplay, #HAVAINASDEJULIETTE, #JulietteELOccitane, #ACeADeJuliette, #BohemiadaJuliette,#juliettenaloccitaneaubresil, #BohemiadaJuliette, #JulietteNoHugoGloss, #BBB21, #TeamJuliette, #JuliettenaSAMSUNG, #JuliettenaSeara #TemporadaJulietteNoTVZ, #JuliettenaEstacio, #juliette, #MPN, #JulietteCriadora, #TVZJULIETTE, #JuliettenoMusicaBoa

Reinaldo

Escolhido por Moro para chefiar Depen é a favor de escutas entre advogados e clientes

O delegado da Polícia Federal Fabiano Bordignon foi escolhido para comandar o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) no governo Jair Bolsonaro. A escolha foi anunciada nesta segunda-feira (26/11) pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro. 
Bordignon já chefiou a Polícia Federal em Foz do Iguaçu e foi diretor da Penitenciária de Catanduvas. Durante o período, defendeu a escuta ambiental e a gravação de conversas entre advogados e clientes, prática adotada em Catanduvas desde 2007, conforme mostrou reportagem da ConJur.
Moro e Bordignon se conhecem há bastante tempo. O magistrado era juiz de Execução Penal no Paraná época em que o delegado era diretor de Catanduvas. Moro foi um dos juízes a autorizar as escutas no parlatório do presídio, o que desencadeou uma de suas primeiras disputas com a OAB local. As escutas foram autorizadas pela Justiça Federal e sucessivamente prorrogadas, sempre por 180 dias, durante a gestão de Bordignon.
O alvo de Moro e Bordignon eram especificamente os advogados, não os presos. No despacho que prorrogou a escuta no parlatório, o então juiz de Execução Penal esclareceu que o monitoramento não incluísse defensores públicos, autoridades públicas e membros do Ministério Público e do Poder Judiciário. Segundo ele, essas pessoas “não estão sujeitos à cooptação com os criminosos”, por não terem “vínculo estreito” com os detentos e poderem não retornar mais ao presídio em caso de pressão das organizações.
A medida já foi contestada no Supremo Tribunal Federal (HC 115.114) e Moro já respondeu processo no Conselho Nacional de Justiça por causa dela. No STF, o HC, protocolado em 2012, até hoje não foi julgado. No CNJ, a maioria dos conselheiros entendeu que se trata de questão jurisdicional que foge à competência do órgão, e trancou o procedimento.

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