A segunda onda do coronavírus chegou. E agora?

Confirmando os temores das últimas semanas, países como França e Alemanha registraram um aumento expressivo de infecções e anunciaram a volta dos lockdowns. Com as medidas, as bolsas de valores em todo o mundo despencaram e o mercado tem de novo pela frente um cenário incerto.

Reinaldo

É inevitável que a Previdência esteja na pauta dos debates eleitorais, diz governo


Rio – O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, avalia que o debate sobre a reforma da Previdência vai continuar este ano, independentemente do governo que será eleito no segundo semestre. Segundo ele, a discussão será retomada nos debates eleitorais. “O debate vai continuar, independentemente do governo que virá a ingressar".
  "Tudo depende muito de quem vai ser o presidente eleito, qual vai ser a nova composição do Congresso Nacional, isso vai dar a velocidade com que será votada, caso o decreto de intervenção do Rio de Janeiro continue até o final do ano", disse a jornalistas, antes da sua apresentação no seminário Reforma da Previdência, uma reflexão necessária, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

Perguntado se havia algum debate no governo atualmente para que a intervenção fosse suspensa e a reforma voltasse à votação no Congresso, Caetano negou, afirmando que a data do fim da intervenção é dia 31 de dezembro de 2018. “A posição do governo é de que a reforma é sim prioritária, mas enquanto houver a intervenção no Rio de Janeiro não há votação”, lembrou. 
“O debate continua sempre, estou aqui debatendo, dando várias entrevistas e continua essencial, não sairá no debate presidencial”, observou.
 via Previdência será retomada nos debates eleitorais, diz secretário — EXAME

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