Bolsonaro diz que foi muito bem na crise: Imprensa mostra falhas em medidas do Governo Federal para combater crise em Manaus

Com hospitais em estado crítico, Manaus sofreu nos últimos dias por falta de oxigênio para atender aos seus internados pela Covid-19. Em declaração nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que sua gestão fez todo o possível para controlar a situação na cidade.  Reportagens, porém, apresentam uma série de decisões do Governo Federal que teriam sido ineficientes ou potencializado a crise na capital amazonense. Políticos da oposição também fizeram críticas à condução de Bolsonaro.  Fonte: Imprensa mostra falhas em medidas do Governo Federal para combater crise em Manaus /  Twitter

Reinaldo

Geddel chora ao saber que vai seguir na prisão

Juiz decide manter Geddel Vieira Lima em prisão preventiva; ex-ministro chora
Ex-ministro do governo Temer foi preso na segunda-feira por suspeita de atrapalhar investigações sobre desvios na Caixa Econômica Federal. Quase ao final da audiência, ele chorou.
juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, decidiu manter nesta quinta-feira (6) a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso na última segunda (3) em Salvador. Desde esta quarta-feira 5), ele está no presídio da Papuda, em Brasília.
A decisão de manter a prisão preventiva foi tomada durante audiência de custódia com a presença do próprio Geddel e do advogado. O ex-ministro chorou ao final da audiência. Com a decisão, não há prazo para a saída de Geddel da prisão, mas o juiz Vallisney Oliveira deverá voltar a analisar o pedido na semana que vem.
O magistrado também negou a aplicação de medidas alternativas, como prisão domiciliar, uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros investigados.
Um dos aliados mais próximos do presidente Michel Temer e responsável pela articulação política do Palácio do Planalto até o fim do ano passado, Geddel foi preso por suspeita de atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura supostas fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal – Funaro iniciou negociações com o MP para delação.
Ao pedir a prisão, o Ministério Público Federal argumentou que Geddel pressionou a mulher de Lúcio Funaro, preso em Curitiba, a fim de evitar uma delação premiada do doleiro, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.
Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff. De acordo com as investigações, manteve a influência sobre a instituição desde que Temer assumiu a Presidência em maio de 2016.

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