Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Geddel chora ao saber que vai seguir na prisão

Juiz decide manter Geddel Vieira Lima em prisão preventiva; ex-ministro chora
Ex-ministro do governo Temer foi preso na segunda-feira por suspeita de atrapalhar investigações sobre desvios na Caixa Econômica Federal. Quase ao final da audiência, ele chorou.
juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, decidiu manter nesta quinta-feira (6) a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso na última segunda (3) em Salvador. Desde esta quarta-feira 5), ele está no presídio da Papuda, em Brasília.
A decisão de manter a prisão preventiva foi tomada durante audiência de custódia com a presença do próprio Geddel e do advogado. O ex-ministro chorou ao final da audiência. Com a decisão, não há prazo para a saída de Geddel da prisão, mas o juiz Vallisney Oliveira deverá voltar a analisar o pedido na semana que vem.
O magistrado também negou a aplicação de medidas alternativas, como prisão domiciliar, uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros investigados.
Um dos aliados mais próximos do presidente Michel Temer e responsável pela articulação política do Palácio do Planalto até o fim do ano passado, Geddel foi preso por suspeita de atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura supostas fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal – Funaro iniciou negociações com o MP para delação.
Ao pedir a prisão, o Ministério Público Federal argumentou que Geddel pressionou a mulher de Lúcio Funaro, preso em Curitiba, a fim de evitar uma delação premiada do doleiro, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.
Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff. De acordo com as investigações, manteve a influência sobre a instituição desde que Temer assumiu a Presidência em maio de 2016.

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