Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

“Um bobo não vira governador quatro vezes nunca né”, diz Taveira sobre Marconi em grampo da PF – Assuntos de Goiás – Eleições 2016

José Taveira Rocha, preso na Operação Decantação, foi interceptado com diretor de Gestão da companhia de saneamento, Robson Salazar.
 
Atualmente, em seu quarto mandato, a campanha do tucano teria sido beneficiada com recursos ilícitos do esquema Saneago – desvio de recursos da companhia para agentes públicos e financiamento de partidos políticos. 

“Um bobo não vira governador 4 vezes nunca né”, diz Taveira. 

 Os investigadores anotam que, no diálogo capturado pela Federal, o presidente e o diretor da Saneago ‘tratam da elaboração e execução de operações ilícitas e percentagem de valores, possivelmente de propinas, da ordem de R$ 6 milhões e correspondente a 3% do valor do contrato negociado’

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