Secretários de Saúde veem fracasso de Bolsonaro e Pazuello e também querem impeachment

Secretários estaduais de Saúde consideram que sucessivos vexames de Bolsonaro e Pazuello com as vacinas levaram a situação ao limite do suportável. Alguns gestores já apoiam pedido de impeachment do ocupante do Planalto.  Secretários de Saúde dizem ter chegado ao limite a paciência com o ministro Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro. Alguns falam que o único caminho daqui para frente é um pedido de impeachment do presidente.  Os gestores estaduais de Saúde não receberam nenhuma comunicação sobre o cancelamento da ida do avião brasileiro à Índia, após o fracasso das negociações feitas pelo próprio presidente com o governo indiano. Os secretários se queixam ainda de que não foram avisados sobre mudança no calendário de vacinação e veem o episódio como um vexame e um fracasso nacional.  Segundo o Painel da Folha de S.Paulo , gestores estaduais afirmam que o governo e o ministério estão completamente perdidos. Alguns deles só veem como solução para a tragédia sanitária o impeachment do presid

Reinaldo

Patrimônio dos Goianos já era: Governo Federal marca para agosto leilão da Celg-D | @Reinaldo_Cruz – Assuntos de Goiás – Questão Brasil

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 Sempre que questionado sobre a derrocada da Celg, os integrantes do antigo Tempo Novo se apressam em dizer que isso se deve a venda de Cachoeira Dourada por parte do Governo do PMDB, o que não deixa de ser verdade, pois tudo começou a caminhar pra trás desde aquele momento. 

Só que após 17 anos no poder, o Governador Marconi Perillo não tem como negar que foi em suas gestões que a Companhia Energética de Goiás viveu seus piores momentos, passando de maior empresa do estado a fardo para à administração pública. 

E lá se vai a CELG... 

Uma nódoa que simboliza um fracasso das gestões Tucanas em Goiás. 

A proposta mínima fixada pelo governo para a Celg é de R$ 2,8 bilhões. O valor supera o montante de dívidas da empresa que, em meados de 2015, era estimado em R$ 2,451 bilhões. 

No próprio edital, publicado na edição desta sexta do Diário Oficial da União, o governo aponta que “A Celg-D encontra-se em uma situação econômico-financeira desafiadora.” 

Criada em 1956, a Celg-D atende atualmente 237 cidades goianas (98,7% do território do estado), num total de 2,7 milhões de unidades que consomem 2,4% da energia elétrica gerada no país. 

A empresa, que era controlada pelo governo de Goiás, tem histórico de dificuldades financeiras. 

Por conta disso, em janeiro de 2015 ela foi federalizada e seu controle passou à Eletrobras.

Atualmente, a Eletrobras tem 50,3% das ações da Celg-D. 

O restante está com a Celgpar, empresa que pertence ao governo de Goías. 

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