Morre aos 85 anos, vítima de Covid-19, o ator Tarcísio Meira

Tarcísio Meira, 85, morreu nesta quinta-feira (12) vítima da Covid-19. Ele estava internado na UTI onde passava por diálise contínua. Tarcísio e a esposa, a atriz Glória Menezes, foram internados com a doença provocada pelo coronavírus desde a última sexta-feira (6).  Já sobre Glória Menezes, ela segue internada no apartamento se recuperando bem. Os dois eram casados desde 1962 e pais do também ator Tarcísio Filho, 58 anos. Apesar de vacinados com as duas doses de imunizante contra a Covid-19, a idade dos atores contribuiu para um quadro delicado. 🙏🙏🙏 #MPN, #JulietteFashion, #JulietteCriadora,#juliettenaamericanas, #avonliette, #juliettenogloboplay, #HAVAINASDEJULIETTE, #JulietteELOccitane, #ACeADeJuliette, #BohemiadaJuliette,#juliettenaloccitaneaubresil, #BohemiadaJuliette, #juliettenosaiajusta, #JulietteNoHugoGloss, #juliettenofantastico, #juliettenoge, #BBB21, #JulietteProtagonista, #TeamJuliette, #juliettenofaustao, #JuliettenoPorchat, #JuliettenoCriançaEsperança, #J

Reinaldo

Patrimônio dos Goianos já era: Governo Federal marca para agosto leilão da Celg-D | @Reinaldo_Cruz – Assuntos de Goiás – Questão Brasil

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 Sempre que questionado sobre a derrocada da Celg, os integrantes do antigo Tempo Novo se apressam em dizer que isso se deve a venda de Cachoeira Dourada por parte do Governo do PMDB, o que não deixa de ser verdade, pois tudo começou a caminhar pra trás desde aquele momento. 

Só que após 17 anos no poder, o Governador Marconi Perillo não tem como negar que foi em suas gestões que a Companhia Energética de Goiás viveu seus piores momentos, passando de maior empresa do estado a fardo para à administração pública. 

E lá se vai a CELG... 

Uma nódoa que simboliza um fracasso das gestões Tucanas em Goiás. 

A proposta mínima fixada pelo governo para a Celg é de R$ 2,8 bilhões. O valor supera o montante de dívidas da empresa que, em meados de 2015, era estimado em R$ 2,451 bilhões. 

No próprio edital, publicado na edição desta sexta do Diário Oficial da União, o governo aponta que “A Celg-D encontra-se em uma situação econômico-financeira desafiadora.” 

Criada em 1956, a Celg-D atende atualmente 237 cidades goianas (98,7% do território do estado), num total de 2,7 milhões de unidades que consomem 2,4% da energia elétrica gerada no país. 

A empresa, que era controlada pelo governo de Goiás, tem histórico de dificuldades financeiras. 

Por conta disso, em janeiro de 2015 ela foi federalizada e seu controle passou à Eletrobras.

Atualmente, a Eletrobras tem 50,3% das ações da Celg-D. 

O restante está com a Celgpar, empresa que pertence ao governo de Goías. 

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