Morre Maguito Vilela, prefeito licenciado de Goiânia

O prefeito licenciado de Goiânia, Maguito Vilela (MDB), morreu na madrugada nesta quarta-feira (13), a nove dias de completar 72 anos de idade. A morte encerra uma luta contra a covid-19 que começou há 83 dias. Maguito deixa a esposa, Flávia, quatro filhos (entre eles Daniel Vilela), quatro netos e 1,5 milhão de goianienses órfãos. O sepultamento acontecerá em Jataí, sua terra natal. Maguito lutava contra a sua segunda infecção pulmonar, detectada em sete de janeiro – há seis dias, portanto. A notícia de que o paciente havia sido acometido por bactérias no pulmão jogou um balde de água fria em todos que torciam pela sua recuperação, já que antes dela Maguito estava lúcido, assistia a filmes e jogos de futebol no seu quarto, falava com o suporte de uma válvula (que tampava o orifício aberto em sua traqueia para ventilação mecânica) e recebia visita dos netos. O boletim médico desta terça trouxe, pela primeira vez, o adjetivo “grave” para falar da infecção contra a qual o prefeito lutava

Reinaldo

Esquema de fraude no Samu de Goiás lucrava colocando vidas em risco | @Reinaldo_Cruz – Assuntos de Goiás – Questão Brasil

 

O esquema funcionava da seguinte maneira: quando o Samu atendia uma pessoa que tinha plano de saúde, essa pessoa era direcionada para a UTI de um hospital particular. 

A prática era adotada em quaisquer circunstâncias, mesmo que não houvesse necessidade clínica, como explica o coordenador da GAECO/GO, Luiz Guilherme Gimenez: "Por exemplo, um paciente que precisava que fosse feito uma glicose nele, eles não faziam a glicose e ainda administravam Diazepam, para que o paciente fosse induzido ao coma e assim fosse dado o adentramento dele na UTI"

Depois que estavam dopados, os pacientes também eram furtados. 

"Alguns dos funcionários disseram que havia reclamações de vários dos pacientes atendidos, que tiveram a carteira, o aparelho celular furtados, no momento do atendimento.  E muitas vezes os autores desses furtos eram os funcionários do próprio Samu", revelou José Carlos Nery Junior, que é coordenador do setor de inteligência do Ministério Público de Goiás. 

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