Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Fla diz que ficará melhor s/ R10 @Reinaldo_Cruz @10Ronaldinho_ @Flamengo_R10_ @SC_Corinthian_s @QB_7


"Sempre tratamos os assuntos relacionados ao Ronaldinho em alto nível e internamente. Não esperávamos uma atitude como essa. Agora, o caso está nas mãos de nosso departamento jurídico, que irá tomar todas as medidas legais para proteger os interesses do Flamengo. O clube é maior do que qualquer pessoa e vai ser assim para sempre", afirmou a presidente do Flamengo, Patricia Amorim.
Ronaldinho cobra na Justiça trabalhista uma dívida de cerca de R$ 40 milhões referentes a 12 meses de previdência, fundo de garantia e mais cinco meses de salários que dizem respeito aos direitos de imagem.
No entanto, o vice-presidente jurídico do Flamengo, Rafael De Piro, explicou que existe uma grande diferença entre o valor pedido pelo jogador na Justiça e a dívida que o Flamengo tem com ele.


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