O ator e humorista Batoré morre em São Paulo

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer. Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. "As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido", diz nota da Prefeitura. Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa " A Praça é Nossa ", do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico" em que fez o papel do delegado Queiroz. Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP. Fonte: Batoré, ator e humorista, morre em SP | São Paulo | G1

Reinaldo

Vila Nova 3 x 2 Goiás Tigrão ganha ares de favorito http://youtu.be/7qWCJ448T98 @Reinaldo_Cruz @qb_7

O Vila Nova venceu o Goiás no clássico no Serra Dourada. No dia 01 de Abril da mentira, o Vila Nova apresentou um futebol de verdade, derrotou o Goiás por 3 a 2 e manteve a sequência de resultados positivos no Goianão.
A última vitória colorada contra o rival no maior palco do futebol goiano havia sido no dia 28 de janeiro de 2007.
De quebra o alviverde conheceu um novo algoz, a estrela da tarde, o atacante Patric que depois de desperdiçar um pênalti, o artilheiro deu a volta por cima, fez três gols.
Patric se isolou ainda mais na artilharia do Goianão, com 14 gols marcados.
O Tigrão chega aos 25 pontos, ultrapassa o Crac, e fica a uma vitória da classificação.
Já o Goiás, com 36 pontos, está um ponto à frente do Atlético-GO. Foi mais um tabu quebrado pelo Vila na temporada.
Depois de voltar a vencer um jogo no Serra Dourada e conseguir somar duas vitórias seguidas, o clube vence o rival no maior palco do futebol goiano.
O próximo objetivo traçado pela comissão técnica é conquistar o título estadual, o que não ocorre desde 2005.

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