Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Vice-presidente Hamilton Mourão afirma que não existe racismo no Brasil

Autoridades brasileiras comentaram sobre o assassinato brutal de um homem negro por dois seguranças brancos em um supermercado da rede Carrefour em Porto Alegre. Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente da República, lamentou a morte de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, mas afirmou que não existe racismo no Brasil. 
A Fundação Cultural Palmares, instituição voltada à preservação da cultura negra no Brasil, não se manifestou sobre o caso.
O vice presidente da República perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. Ao negar a existência de racismo no país, Hamilton Mourão viveu seu momento Jair Bolsonaro e passou vergonha a nível interplanetário por acionar a boca sem ligar o cérebro.
A ONU Brasil emitiu nota desmentindo o vice-presidente Hamilton Mourão, que declarou que "não existe racismo no Brasil", dizendo que a morte de João Alberto "é um ato que evidencia as diversas dimensões do racismo e as desigualdades encontradas na estrutura social brasileira".
Só pra registrar: o negacionismo de Bolsonaro e Mourão em relação ao racismo é idêntico ao que até recentemente era propagado pelo ainda diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, que dizia que “não somos racistas” e que os conflitos eram importados. Valia tudo contra as cotas.
“No Brasil não existe racismo, isso é uma coisa que querem importar”, disse o vice-presidente Mourão, "com toda tranquilidade", sobre o caso de Beto Freitas, homem negro que foi espancado até a morte por seguranças de um Carrefour em Porto Alegre.

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