Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Vice-presidente Hamilton Mourão afirma que não existe racismo no Brasil

Autoridades brasileiras comentaram sobre o assassinato brutal de um homem negro por dois seguranças brancos em um supermercado da rede Carrefour em Porto Alegre. Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente da República, lamentou a morte de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, mas afirmou que não existe racismo no Brasil. 
A Fundação Cultural Palmares, instituição voltada à preservação da cultura negra no Brasil, não se manifestou sobre o caso.
O vice presidente da República perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. Ao negar a existência de racismo no país, Hamilton Mourão viveu seu momento Jair Bolsonaro e passou vergonha a nível interplanetário por acionar a boca sem ligar o cérebro.
A ONU Brasil emitiu nota desmentindo o vice-presidente Hamilton Mourão, que declarou que "não existe racismo no Brasil", dizendo que a morte de João Alberto "é um ato que evidencia as diversas dimensões do racismo e as desigualdades encontradas na estrutura social brasileira".
Só pra registrar: o negacionismo de Bolsonaro e Mourão em relação ao racismo é idêntico ao que até recentemente era propagado pelo ainda diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, que dizia que “não somos racistas” e que os conflitos eram importados. Valia tudo contra as cotas.
“No Brasil não existe racismo, isso é uma coisa que querem importar”, disse o vice-presidente Mourão, "com toda tranquilidade", sobre o caso de Beto Freitas, homem negro que foi espancado até a morte por seguranças de um Carrefour em Porto Alegre.

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