Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Homem é preso suspeito de se passar por auditor fiscal para comprar carro de luxo

Segundo delegado, ele abriu conta bancária com documento falso.

Um homem de 42 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil em Senador Canedo, na região metropolitana de Goiânia, suspeito de usar documentos em nome de um auditor fiscal do trabalho para abrir contas em bancos. Anderson Martins foi abordado logo após conseguir a aprovação de um financiamento de R$ 180 mil, que seria usado na aquisição de um veículo de luxo.

Funcionários de uma agência bancária de Senador Canedo procuraram o Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (GREEF), da DEIC, na semana passada, e relataram estarem desconfiados de um homem que havia solicitado um financiamento de alto valor para aquisição de um veículo de luxo.

Após investigação, os policiais descobriram que os dados apresentados pelo suspeito para abrir a conta e solicitar o financiamento, que inclusive já havia sido aprovado, eram, na verdade, de um auditor fiscal do trabalho, que mora em Santa Catarina.

No momento em que efetuaram a prisão de Anderson Martins, os agentes descobriram que ele já havia feito compras no valor de R$ 20 mil com um cartão de crédito que também foi solicitado com documentos falsos, em nome do auditor fiscal. “Além dos R$ 20 mil que gastou com esse cartão black, o Anderson já havia conseguido um empréstimo de R$ 20 mil, e nós descobrimos, ainda, que o carro que ele estava usando também foi financiado com documentos falsos”, relatou o delegado Omar Santiago, do GREEF.

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