Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Homem é preso suspeito de se passar por auditor fiscal para comprar carro de luxo

Segundo delegado, ele abriu conta bancária com documento falso.

Um homem de 42 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil em Senador Canedo, na região metropolitana de Goiânia, suspeito de usar documentos em nome de um auditor fiscal do trabalho para abrir contas em bancos. Anderson Martins foi abordado logo após conseguir a aprovação de um financiamento de R$ 180 mil, que seria usado na aquisição de um veículo de luxo.

Funcionários de uma agência bancária de Senador Canedo procuraram o Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (GREEF), da DEIC, na semana passada, e relataram estarem desconfiados de um homem que havia solicitado um financiamento de alto valor para aquisição de um veículo de luxo.

Após investigação, os policiais descobriram que os dados apresentados pelo suspeito para abrir a conta e solicitar o financiamento, que inclusive já havia sido aprovado, eram, na verdade, de um auditor fiscal do trabalho, que mora em Santa Catarina.

No momento em que efetuaram a prisão de Anderson Martins, os agentes descobriram que ele já havia feito compras no valor de R$ 20 mil com um cartão de crédito que também foi solicitado com documentos falsos, em nome do auditor fiscal. “Além dos R$ 20 mil que gastou com esse cartão black, o Anderson já havia conseguido um empréstimo de R$ 20 mil, e nós descobrimos, ainda, que o carro que ele estava usando também foi financiado com documentos falsos”, relatou o delegado Omar Santiago, do GREEF.

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