A segunda onda do coronavírus chegou. E agora?

Confirmando os temores das últimas semanas, países como França e Alemanha registraram um aumento expressivo de infecções e anunciaram a volta dos lockdowns. Com as medidas, as bolsas de valores em todo o mundo despencaram e o mercado tem de novo pela frente um cenário incerto.

Reinaldo

Qual é o ânimo da Câmara para votar a prisão após 2ª instância?



O traficante André do Rap saiu da cadeia no sábado, pela porta da frente, após decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). No mesmo dia, o presidente do STF, Luiz Fux, revogou a decisão do colega. A essa altura, um dos chefes do crime organizado já estava foragido. Nesta quarta-feira, o plenário da Corte discute o caso. O ministro Marco Aurélio sustenta que cumpriu a lei e que sua decisão está amparada no "pacote anticrime", aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Mas André do Rap também foi beneficiado pelo atual entendimento do STF, que definiu, no final de 2019, pelo cumprimento da pena somente após o julgamento de todos os recursos. No Congresso, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que define a prisão após condenação em segunda instância ganhou peso ainda durante a campanha de 2018. No final de 2019, teve destaque às vésperas da decisão do STF sobre o tema. O tempo passou, e a PEC não avançou. Agora, após a fuga de André do Rap, o tema volta ao debate.
No Ao Ponto desta quarta-feira, o repórter Bruno Góes avalia as chances de a proposta ser votada ainda este ano e conta como o governo atua em relação ao tema. O repórter André de Souza explica como os ministros do STF já votaram em casos como o do traficante André do Rap, que será analisado pelo plenário da Corte nesta quarta-feira.

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