Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Reviravolta em delação de Palocci - Sérgio Moro usou delação falsa para manipular opinião pública em 2018

A Polícia Federal concluiu que as acusações feitas pelo ex-ministro Antonio Palocci sobre a BTG e o ex-presidente Lula não têm provas e foram baseadas em notícias de jornais. Após a delação - agora provada sem fundamento - o banco foi alvo de inquéritos e mandados de busca e apreensão.
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Para o âncora dO É da Coisa, Reinaldo Azevedo, a conclusão coloca a credibilidade da Operação Lava Jato, mais uma vez, em xeque. As acusações de Palocci contra Lula não têm provas e foram desmentidas pela própria PF. 

A mesma delação usada por Moro para interferir nas eleições de 2018. Esse, aliás, foi o modus operandi da Lava Jato: manipular a opinião pública em cima de convicções. Lula merece justiça.


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