Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

A mágica das obras 'anti-crise' e os riscos para o teto de gastos

Como fazer obras, reforçar o Bolsa Família e dar mais dinheiro para Ministério da Defesa sem comprometer o teto de gastos? Essa é a pergunta complicada que o ministro da Economia, Paulo Guedes, terá que responder.
Veja as medidas do governo para minimizar os efeitos da crise do ...
Hoje, o governo tem limitações para assumir novas despesas e, por isso, já cogita, inclusive, tirar recursos de Educação e Saúde no Orçamento de 2021, que deve ser apresentado ao Congresso no final de agosto. A União ainda precisa lidar com um aumento expressivo da dívida pública, que tem efeito negativo de longo prazo para a economia, em decorrência das despesas necessárias para enfrentar a pandemia, como o auxílio emergencial.
No Ao Ponto desta quarta-feira, o repórter Manoel Ventura, da sucursal de Brasília, e o economista Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper e um dos formuladores do teto de gastos públicos, explicam o que está em jogo e quais são os riscos associados a esse conjunto de ações, consideradas decisivas pelo Planalto para a reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

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