O Governo Lula e o Apoio ao Rio Grande do Sul após as Enchentes

Solidariedade e Compromisso com a Reconstrução O presidente Lula demonstrou profunda solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, que enfrenta os devastadores efeitos das enchentes que atingiram a região. Ele expressou sua preocupação com as vítimas e familiares que perderam entes queridos, reafirmando o compromisso do governo federal em apoiar integralmente os esforços de reconstrução e recuperação. Lula garantiu que não faltarão recursos, esforços e eficiência do governo federal para atender às necessidades básicas da população afetada, como saúde, transporte e abastecimento de alimentos. Ele destacou que a prioridade imediata é salvar vidas e, em seguida, iniciar a avaliação dos danos para que a reconstrução possa ser planejada e executada. Coordenação entre Esferas de Governo O presidente enfatizou a importância da união entre os diferentes entes federativos - municípios, estado e União - para garantir uma resposta eficaz e coordenada à crise. Ele anunciou a criação de um

Reinaldo

Queiroz preso, mulher foragida, sigilos quebrados e os desdobramentos que podem levar o filho 01 para cadeia

O hospital em Atibaia (interior de São Paulo) em que Fabrício Queiroz fez consultas e exames laboratoriais de janeiro a maio deste ano disse que o ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) não fazia tratamento contínuo na instituição (leia a íntegra da nota ao fim desta reportagem).
Fabrício Queiroz: "Podem me prender, mas não minha mulher nem ...
Queiroz foi preso em Atibaia na manhã desta quinta-feira (18) em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. O Hospital Novo Atibaia fica a cerca de 3,5 km do local onde Queiroz foi preso. 
Ao ser preso, Queiroz disse que estava "muito doente". O caseiro do local afirmou que Queiroz estava no local havia mais de um ano. 
Horas após a prisão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em uma transmissão ao vivo em redes sociais, que Queiroz estava na casa do advogado em Atibaia pela proximidade do hospital onde ele tratava de um câncer. 
"E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz", declarou. 
Em 2019, Queiroz fez um tratamento no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele pagou R$ 133,5 mil em espécie por uma cirurgia no local, que fica a cerca de 80 km de Atibaia. 

Veja a nota do hospital: 
"O Hospital Novo Atibaia esclarece que Fabrício Queiroz, preso na manhã de ontem [quinta-feira, 18] em Atibaia, não estava em tratamento de saúde contínuo nesta instituição como consequência de uma doença progressiva. Em janeiro e abril deste ano, o mesmo esteve no Hospital Novo Atibaia em consultas de especialidades diferentes e, em maio, realizou exames laboratoriais." 
Fabrício Queiroz, aquele da pergunta: "Onde está o Queiroz?", foi encontrado em uma casa na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo. O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro foi preso, preventivamente, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, que investiga o esquema de “rachadinhas”, quando funcionários devolviam parte do salário a deputados estaduais. 
Entre os gabinetes investigados está o do filho “01” do presidente. Hoje, senador, Flávio sempre negou qualquer participação no esquema, e chegou a dizer que acredita na inocência de Queiroz. 
Durante a investigação, foram encontradas movimentações atípicas na conta do ex-PM, inclusive, envolvendo um cheque de 24 mil reais da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Afinal, o que Queiroz tem a dizer? 
Qual o impacto da sua prisão para família Bolsonaro? E o futuro de Flávio no Senado?  

Em entrevista à Juliana Braga, o senador e ex-Presidente da República, Fernando Collor fala sobre a prisão do ex-assessor de Flávio #Bolsonaro, Fabrício #Queiroz e as possíveis consequências para o Executivo. Comenta a postura de Jair Bolsonaro em relação às instituições - especialmente ao Congresso e ao #STF -, a queda do apoio de eleitores de sua base, o risco de perder apoio não só do Centrão, mas de outros partidos, e a crise de governabilidade. Fala também sobre sua entrada nas mídias sociais.

Comentários

Questão