Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

Queiroz preso, mulher foragida, sigilos quebrados e os desdobramentos que podem levar o filho 01 para cadeia

O hospital em Atibaia (interior de São Paulo) em que Fabrício Queiroz fez consultas e exames laboratoriais de janeiro a maio deste ano disse que o ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) não fazia tratamento contínuo na instituição (leia a íntegra da nota ao fim desta reportagem).
Fabrício Queiroz: "Podem me prender, mas não minha mulher nem ...
Queiroz foi preso em Atibaia na manhã desta quinta-feira (18) em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. O Hospital Novo Atibaia fica a cerca de 3,5 km do local onde Queiroz foi preso. 
Ao ser preso, Queiroz disse que estava "muito doente". O caseiro do local afirmou que Queiroz estava no local havia mais de um ano. 
Horas após a prisão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em uma transmissão ao vivo em redes sociais, que Queiroz estava na casa do advogado em Atibaia pela proximidade do hospital onde ele tratava de um câncer. 
"E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz", declarou. 
Em 2019, Queiroz fez um tratamento no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele pagou R$ 133,5 mil em espécie por uma cirurgia no local, que fica a cerca de 80 km de Atibaia. 

Veja a nota do hospital: 
"O Hospital Novo Atibaia esclarece que Fabrício Queiroz, preso na manhã de ontem [quinta-feira, 18] em Atibaia, não estava em tratamento de saúde contínuo nesta instituição como consequência de uma doença progressiva. Em janeiro e abril deste ano, o mesmo esteve no Hospital Novo Atibaia em consultas de especialidades diferentes e, em maio, realizou exames laboratoriais." 
Fabrício Queiroz, aquele da pergunta: "Onde está o Queiroz?", foi encontrado em uma casa na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo. O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro foi preso, preventivamente, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, que investiga o esquema de “rachadinhas”, quando funcionários devolviam parte do salário a deputados estaduais. 
Entre os gabinetes investigados está o do filho “01” do presidente. Hoje, senador, Flávio sempre negou qualquer participação no esquema, e chegou a dizer que acredita na inocência de Queiroz. 
Durante a investigação, foram encontradas movimentações atípicas na conta do ex-PM, inclusive, envolvendo um cheque de 24 mil reais da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Afinal, o que Queiroz tem a dizer? 
Qual o impacto da sua prisão para família Bolsonaro? E o futuro de Flávio no Senado?  

Em entrevista à Juliana Braga, o senador e ex-Presidente da República, Fernando Collor fala sobre a prisão do ex-assessor de Flávio #Bolsonaro, Fabrício #Queiroz e as possíveis consequências para o Executivo. Comenta a postura de Jair Bolsonaro em relação às instituições - especialmente ao Congresso e ao #STF -, a queda do apoio de eleitores de sua base, o risco de perder apoio não só do Centrão, mas de outros partidos, e a crise de governabilidade. Fala também sobre sua entrada nas mídias sociais.

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