Fórmula 1 ou Fórmula Mercedes? Hamilton vence GP da Estíria e fica a seis vitórias de igualar Schumacher

Vivemos uma época em que a velocidade das informações são tão rápidas e avassaladoras quanto uma tomada de tempo para a largada de um Grande Prêmio. Muitos jovens nem se lembram da grandeza de lendas que passaram pelo paddock e escreveram nas pistas seus nomes na história do automobilismo mundial. Falar de Juan Manuel Fangio, Emerson Fittipaldi, Niki Lauda, Alan Prost ou Nelson Piquet então, seria para muita gente algo de outro mundo. Ayrton Senna ocupa um lugar especial no coração dos aficionados por Fórmula 1, mas em termos de números é Michael Schumacher o maior de todos, seguido bem de perto pelo britânico Lewis Hamilton. É a frieza dos números, e dizem por ai que eles não mentem jamais, que pode colocar o atual piloto da Mercedes no topo da lista dos melhores de todos os tempos. O ano de 2020 é atípico, pode atrasar a quebra dos recordes de Shumi, mas não há dúvidas que Hamilton vai pulverizar todas as marcas da F1 nos próximos dois anos. Com a Mercedes absoluta nas pistas, Lewis Ha…

Queiroz preso, mulher foragida, sigilos quebrados e os desdobramentos que podem levar o filho 01 para cadeia

O hospital em Atibaia (interior de São Paulo) em que Fabrício Queiroz fez consultas e exames laboratoriais de janeiro a maio deste ano disse que o ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) não fazia tratamento contínuo na instituição (leia a íntegra da nota ao fim desta reportagem).
Fabrício Queiroz: "Podem me prender, mas não minha mulher nem ...
Queiroz foi preso em Atibaia na manhã desta quinta-feira (18) em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. O Hospital Novo Atibaia fica a cerca de 3,5 km do local onde Queiroz foi preso. 
Ao ser preso, Queiroz disse que estava "muito doente". O caseiro do local afirmou que Queiroz estava no local havia mais de um ano. 
Horas após a prisão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em uma transmissão ao vivo em redes sociais, que Queiroz estava na casa do advogado em Atibaia pela proximidade do hospital onde ele tratava de um câncer. 
"E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz", declarou. 
Em 2019, Queiroz fez um tratamento no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele pagou R$ 133,5 mil em espécie por uma cirurgia no local, que fica a cerca de 80 km de Atibaia. 

Veja a nota do hospital: 
"O Hospital Novo Atibaia esclarece que Fabrício Queiroz, preso na manhã de ontem [quinta-feira, 18] em Atibaia, não estava em tratamento de saúde contínuo nesta instituição como consequência de uma doença progressiva. Em janeiro e abril deste ano, o mesmo esteve no Hospital Novo Atibaia em consultas de especialidades diferentes e, em maio, realizou exames laboratoriais." 
Fabrício Queiroz, aquele da pergunta: "Onde está o Queiroz?", foi encontrado em uma casa na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo. O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro foi preso, preventivamente, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, que investiga o esquema de “rachadinhas”, quando funcionários devolviam parte do salário a deputados estaduais. 
Entre os gabinetes investigados está o do filho “01” do presidente. Hoje, senador, Flávio sempre negou qualquer participação no esquema, e chegou a dizer que acredita na inocência de Queiroz. 
Durante a investigação, foram encontradas movimentações atípicas na conta do ex-PM, inclusive, envolvendo um cheque de 24 mil reais da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Afinal, o que Queiroz tem a dizer? 
Qual o impacto da sua prisão para família Bolsonaro? E o futuro de Flávio no Senado?  

Em entrevista à Juliana Braga, o senador e ex-Presidente da República, Fernando Collor fala sobre a prisão do ex-assessor de Flávio #Bolsonaro, Fabrício #Queiroz e as possíveis consequências para o Executivo. Comenta a postura de Jair Bolsonaro em relação às instituições - especialmente ao Congresso e ao #STF -, a queda do apoio de eleitores de sua base, o risco de perder apoio não só do Centrão, mas de outros partidos, e a crise de governabilidade. Fala também sobre sua entrada nas mídias sociais.

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