Secretários de Saúde veem fracasso de Bolsonaro e Pazuello e também querem impeachment

Secretários estaduais de Saúde consideram que sucessivos vexames de Bolsonaro e Pazuello com as vacinas levaram a situação ao limite do suportável. Alguns gestores já apoiam pedido de impeachment do ocupante do Planalto.  Secretários de Saúde dizem ter chegado ao limite a paciência com o ministro Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro. Alguns falam que o único caminho daqui para frente é um pedido de impeachment do presidente.  Os gestores estaduais de Saúde não receberam nenhuma comunicação sobre o cancelamento da ida do avião brasileiro à Índia, após o fracasso das negociações feitas pelo próprio presidente com o governo indiano. Os secretários se queixam ainda de que não foram avisados sobre mudança no calendário de vacinação e veem o episódio como um vexame e um fracasso nacional.  Segundo o Painel da Folha de S.Paulo , gestores estaduais afirmam que o governo e o ministério estão completamente perdidos. Alguns deles só veem como solução para a tragédia sanitária o impeachment do presid

Reinaldo

Queiroz preso, mulher foragida, sigilos quebrados e os desdobramentos que podem levar o filho 01 para cadeia

O hospital em Atibaia (interior de São Paulo) em que Fabrício Queiroz fez consultas e exames laboratoriais de janeiro a maio deste ano disse que o ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) não fazia tratamento contínuo na instituição (leia a íntegra da nota ao fim desta reportagem).
Fabrício Queiroz: "Podem me prender, mas não minha mulher nem ...
Queiroz foi preso em Atibaia na manhã desta quinta-feira (18) em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. O Hospital Novo Atibaia fica a cerca de 3,5 km do local onde Queiroz foi preso. 
Ao ser preso, Queiroz disse que estava "muito doente". O caseiro do local afirmou que Queiroz estava no local havia mais de um ano. 
Horas após a prisão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em uma transmissão ao vivo em redes sociais, que Queiroz estava na casa do advogado em Atibaia pela proximidade do hospital onde ele tratava de um câncer. 
"E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz", declarou. 
Em 2019, Queiroz fez um tratamento no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele pagou R$ 133,5 mil em espécie por uma cirurgia no local, que fica a cerca de 80 km de Atibaia. 

Veja a nota do hospital: 
"O Hospital Novo Atibaia esclarece que Fabrício Queiroz, preso na manhã de ontem [quinta-feira, 18] em Atibaia, não estava em tratamento de saúde contínuo nesta instituição como consequência de uma doença progressiva. Em janeiro e abril deste ano, o mesmo esteve no Hospital Novo Atibaia em consultas de especialidades diferentes e, em maio, realizou exames laboratoriais." 
Fabrício Queiroz, aquele da pergunta: "Onde está o Queiroz?", foi encontrado em uma casa na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo. O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro foi preso, preventivamente, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, que investiga o esquema de “rachadinhas”, quando funcionários devolviam parte do salário a deputados estaduais. 
Entre os gabinetes investigados está o do filho “01” do presidente. Hoje, senador, Flávio sempre negou qualquer participação no esquema, e chegou a dizer que acredita na inocência de Queiroz. 
Durante a investigação, foram encontradas movimentações atípicas na conta do ex-PM, inclusive, envolvendo um cheque de 24 mil reais da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Afinal, o que Queiroz tem a dizer? 
Qual o impacto da sua prisão para família Bolsonaro? E o futuro de Flávio no Senado?  

Em entrevista à Juliana Braga, o senador e ex-Presidente da República, Fernando Collor fala sobre a prisão do ex-assessor de Flávio #Bolsonaro, Fabrício #Queiroz e as possíveis consequências para o Executivo. Comenta a postura de Jair Bolsonaro em relação às instituições - especialmente ao Congresso e ao #STF -, a queda do apoio de eleitores de sua base, o risco de perder apoio não só do Centrão, mas de outros partidos, e a crise de governabilidade. Fala também sobre sua entrada nas mídias sociais.

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