Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Comemorar golpe de 64 é desrespeitoso, afirma Veneziano

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de determinar às Forças Armadas a comemoração do aniversário de 55 anos do golpe militar de 1964 é absurda, afirmou o senador Veneziano Vital do Rego (PSB-PB) em Plenário, nesta quarta-feira (27). O parlamentar considera a  atitude desrespeitosa com cidadãos que sofreram com a repressão durante o período.
Para Veneziano, o presidente da República deveria promover a democracia e a união dos brasileiros em vez de comemorar um regime ditatorial que durou 20 anos. O senador sugeriu que a data seja relembrada apenas para reflexão sobre importância do regime democrático. Na opinião do parlamentar, governos ditatoriais, sendo de direita ou de esquerda, provocam traumas nas pessoas e na sociedade.

— Festejar mortes? jamais. Festejar censura? absurdamente não podemos aceitar.  O que mais me deixa incomodado é que a justificativa entre aspas seria a de que aquilo seria necessário por força de um iminente perigo de o Brasil ser tomado por um regime comunista. Ora, ora, ora, ora, vinte anos foram necessários para que impedíssemos que um regime comunista se alastrasse pelo nosso país? — questionou.
Comemorar golpe de 64 é desrespeitoso, afirma Veneziano

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