Juliette não esperava repercussão mas se divertiu com o pedido de tradução do Pokemón da Nintendo

Juliette colocou um ponto final no mistério e divulgou em Live no Instagram nesta quinta-feira (3) as datas e as cidades que devem receber os primeiros cinco shows de sua turnê, 'Caminhos' . As cidades escolhidas são do Nordeste e Sudeste do país, e já acontecem ainda neste de março. O local escolhido para o primeiro show, aquele que marca a estréia dela nos palcos acontece na cidade em que reside, o Rio de Janeiro, no dia 26 deste mês. João Pessoa, capital do estado natal de Juliette, Paraíba, também faz parte da rota da turnê no início de abril. Vitória, no Espírito Santo, e Recife, também terão shows da cantora. Muito se perguntou nas redes sociais após a divulgação sobre Campina Grande, apesar de Juliette não ter falado sobre isso, acreditamos que a Pitica deve estar reservando a cidade e o Parque do Povo para realizar o sonho de cantar no maior São João do mundo em Junho. Nas redes sociais, a paraibana celebrou o novo desafio, e convidou os fãs a conhecerem este “novo cami

Reinaldo

Ralf Schumacher critica “clima de medo e terror” e diz que Williams é administrada “como nos anos 70 e 80”

Um dos pilotos mais vitoriosos da Williams na década de 2000, Ralf Schumacher também opinou sobre a péssima fase do time inglês, que foi último colocado no campeonato de Construtores da Fórmula 1 em 2018 e iniciou 2019 com as duas últimas posições no GP da Austrália, sendo que o polonês Robert Kubica acabou tomando três voltas de Valtteri Bottas, vencedor da corrida.
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Schumacher, que pilotou pela equipe entre 1999 e 2004, somando seis vitórias, contou ao site alemão 'Motorsport-Total.com' que o gerenciamento da equipe nos dias de hoje é semelhante ao dos anos 70 e 80, com um clima de "medo e terror" imposto aos funcionários.

"A Williams tem um estilo de liderança muito 'especial'. Com o Patrick Head lá, era equilibrado. [Hoje em dia] É um estilo dos anos 70 e 80, há certo medo e terror. É uma pena, porque acho que as pessoas lá precisam ser motivadas", contou o alemão, que está aposentado da F1 desde 2007.

O ex-piloto também fez fortes críticas à Claire Williams, atual chefe de equipe. O germânico citou que a dirigente manteve o mesmo estilo que o pai Frank tinha nos tempos que comandava o time de Grove, que precisa de uma reestruturação em seu gerenciamento.

"Com a estrutura atual, a Williams não consegue extrair o melhor dos seus funcionários, porque não existe coesão na equipe. Os engenheiros estão trabalhando um contra o outro. Infelizmente, a Claire manteve os costumes do pai, e ela deveria pensar se é o emprego certo pra ela. Talvez o estilo de gerenciamento de equipe precise de uma reestruturação", comentou.

O irmão do heptacampeão mundial Michael Schumacher aproveitou para falar da saída de Paddy Lowe, diretor-técnico da equipe, que pediu licença por motivos pessoais às vésperas do GP da Austrália. Para Ralf, o fracasso da passagem de Lowe pelo time, entre 2017 e 2018, é suficiente para questionar o modo que a Williams é gerida.

"Um cara [Paddy Lowe] que acabou de ser demitido teve muito sucesso em outros times, e ele falhou em colocar a Williams de volta na pista. Isso é o suficiente pra iniciar questionamentos", finalizou.

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